Resumo
Quando em julho de 1999 o ator Murilo Freire, então estudante do curso de Educação Artística – Artes Cênicas da Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, emigrou à França, saiu disposto a encontrar-se num grupo, companhia, ou centro de estudo, onde pudesse desenvolver sua técnica de ator. Tendo adquirido o contato, em teoria, com os trabalhos de grandes mestres contemporâneos como Stanislavski, Meyerhold, Brecht, Artaud, Grotowski, Brook, Barba, Boal (os velhos conhecidos...), sabia intuitivamente que deveria buscar um trabalho como o proposto pela Antropologia Teatral, que possibilitasse treinar seu principal instrumento de atuação, o corpo, adestrar o gesto, a voz, aprender a se comunicar através de sua arte: o Teatro.

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