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DOCUMENTO
OS LIVROS DE MATRÍCULA DO SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS
(1912-1920): FONTES DE PESQUISA À HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO
Géssica Priscila Ramos
Universidade Federal de São Carlos, Brasil
gessicaramos@yahoo.com.br
RESUMO
Este texto se constituiu em pesquisa documental e apresenta os Livros de Matrícula da seção
masculina e feminina do Segundo Grupo Escolar de Campinas, SP, de 1912 a 1920, indicando
suas possíveis contribuições para pesquisas em história da educação. Tais Livros eram um dos
documentos de escrituração exigidos legalmente dos Grupos Escolares do Estado de São Paulo
pela Secretaria de Estado dos Negócios do Interior. Neles, ficavam registrados anualmente os
dados das matrículas de alunos e alunas da época, bem como informações sobre nacionalidade
e filiação das crianças, profissão e nacionalidade dos responsáveis pela matrícula, bem como
endereço residencial, dentre outras informações. Constitui-se, portanto, em um riquíssimo
material para pesquisas em história da educação, especialmente, de estudos sobre a história do
ensino primário no estado.
Palavras-chave: Livros de Matrícula. Documento históricos. Ensino primário.
INTRODUÇÃO
Com o início da República, o estado de São Paulo começou a definir processos de
burocratização dos procedimentos administrativos não apenas no âmbito da administração geral
da educação, mas também das escolas, notadamente dos grupos escolares, que, ao reunirem
num mesmo espaço diferentes classes de ensino, demandaram um modelo administrativo e
organizacional mais complexo e racional.
Não por acaso, a partir de 1904, alguns anos após a criação (1893) e regulamentação
(1894) desses grupos, decretos começaram a ser publicados com o objetivo, dentre outras
coisas, de definir materiais básicos de escrituração dos procedimentos administrativos das
escolas. Destacam-se, nesse sentido, o Decreto 1.216 (São Paulo, 1904a) e o Decreto 1.253
(São Paulo, 1904b), ambos de 1904, que estabeleciam o seguinte panorama de escrituração para
as escolas:
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QUADRO 1 - Escrituração dos Grupos Escolares de 1906 até 1920.
Decreto nº 1.216, de 27/04/1904
Decreto nº 1.253, de 28/11/1904
Dois livros de matrícula, sendo um para cada secção
Dois livros de matrícula, sendo um para cada seção
Dez livros de chamada diária e notas dos alunos,
sendo um para cada classe
Um livro de chamada diária e notas dos alunos, para
cada classe
Um livro de ponto para o pessoal docente e
administrativo
Um livro de ponto para o pessoal docente e
administrativo
Um livro para o inventário do material
Um livro para o inventário de material
Um livro para termo de visitas
Um livro para termos de visita
Um livro para registro das notas dos exames
mensais, de aplicação, faltas e marcas-tarde
Um livro para registro das notas de exames, faltas e
comparecimentos
Um livro catálogo da biblioteca, com índice
alfabético
Um livro para compromissos
Um livro especial de carga e descarga da biblioteca
Um livro para o catalogo da biblioteca, com índice
alfabético
Um livro de carga e descarga do estabelecimento
Um livro de carga a descarga para o material do
estabelecimento
Um livro para as notas das compras feitas pelo
diretor, com autorização da Secretaria do Interior e
da Justiça
Um livro para as notas das compras feita pelo
diretor, com autorização da Secretaria do Interior e
da Justiça
Um livro para o registro da correspondência, com as
promoções dos alunos
Um livro para o registro da correspondência
Um livro para as promoções dos alunos
Um livro para o registro de nomeações e licenças do
pessoal.
Fonte: Produzido pela autora a partir das seguintes legislações paulistas: Decreto nº 1.216, de
27/04/1904 (São Paulo, 1904a); Decreto nº 1.253, de 28/11/1904 (São Paulo, 1904b).
Tendo como referência esse rol documental, que se constitui em testemunho vivo da
“vida institucional” (Menezes; Silva; Teixeira Júnior, 2005, p.68), este texto traz como foco
apresentar os Livros de Matrículas consultados para confecção de estudo de pós-doutorado
1
que, dentre outras coisas, pesquisou, em Arquivo Escolar, os Livros de Matrícula até 1920 no
município de Campinas/SP, com vistas a verificar o perfil de atendimento local e sua
abrangência social. Conforme se entende,
1
Este estudo se trata de um recorte da pesquisa de pós-doutorado intitulada... e desenvolvida no ano de 2023, no
Programa..., da Faculdade de..., da Universidade... A pesquisa de pós-doutorado teve como objetivo central
analisar o processo de expansão da educação primária em Campinas, com base na atuação de seus primeiros
grupos escolares, identificando o perfil de acesso e permanência nos mesmos, mais precisamente até 1920.
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[...] os arquivos escolares oferecem um conjunto de fontes relevantes para se
investigar a política de acesso (oferta e demanda), as formas de recrutamento
e seleção de alunos e professores, bem como a caracterização do corpo
docente e discente. (Souza, 2001, p. 77).
A ênfase da pesquisa de pós-doutorado sobre esse material se deu na verificação da
profissão dos responsáveis pelas crianças matriculadas no Segundo Grupo Escolar de Campinas
até 1920 período anterior à Reforma de Sampaio Dória, que ampliou o processo de expansão
das escolas primárias no estado. Todavia, os dados analíticos desse estudo não serão
explicitados neste trabalho, cujo foco é a apresentação dos Livros de Matrícula e de suas
possíveis contribuições para pesquisas em história do ensino primário no estado.
Cabe explicar que a opção pela focalização do material do Segundo Grupo Escolar de
Campinas (Quirino dos Santos) ocorreu por ser o único da localidade que possui preservados
Livros de Matrícula anteriores a 1920. O Livro de Matrícula mais antigo do Primeiro Grupo
Escolar data o ano de 1928 e o do Terceiro Grupo Escolar data 1929. Campinas foi escolhida
como objeto da análise da pesquisa originária, ao se considerar sua importância e destaque
econômico, político e cultural, mormente, nas primeiras décadas da República (Cason, 2014;
Martins, 2000).
Para levantamento dos Livros de Matrículas do Segundo Grupo Escolar disponíveis, foi
feita uma consulta no Inventário Histórico Documental: Escola Normal de Campinas (1903-
1976), elaborado em pesquisa coordenada pela Profa. Dra. Maria Cristina Menezes (Menezes,
2009), conforme dito.
O SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS (DR. QUIRINO DOS SANTOS)
O Segundo Grupo Escolar foi instalado em Campinas em 14 de julho de 1900, tratando-
se de um pedido do governador de São Paulo, Fernando Prestes (Pereira, 2013, p. 140), e de
uma necessidade local, posto que até então havia apenas um grupo na localidade (Bispo, 2015,
p. 144). Esse Grupo foi instalado em prédio particular, alugado pela Câmara Municipal,
possuindo espaços separados e voltados para seções de meninos e meninas (Bryan, 2007).
Entretanto, suas instalações foram criticadas na ocasião por se considerar que elas o
apresentavam condições pedagógicas e higiênicas favoráveis para realização de processos
educacionais (Bispo, 2015).
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IMAGEM 1 - Segundo Grupo Escolar de Campinas, em sua primeira instalação.
Fonte: Bispo, 2015, p. 120.
Em função de suas péssimas condições, em 1907, esse Grupo teve suas aulas suspensas.
Ele voltou a funcionar somente em meados do mesmo ano, em outro prédio, passando a contar
com 10 classes. Foi então chamado de Grupo Escolar “Dr. Quirino dos Santos”, em homenagem
ao político campineiro. Esse novo lugar era o Solar da Viscondessa de Campinas, um prédio
imponente que tinha pavimento único e amplo, que possibilitou o desdobramento do Grupo, em
1908, tendo seus turnos aumentados, a despeito da redução de jornada de 5 para 4 horas diárias.
A partir de então, ele passou a funcionar com 18 salas, ao se considerar o significativo
crescimento da cidade e o aumento de demanda por vagas nas escolas (Souza, 1998).
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IMAGEM 2 - Segundo Grupo Escolar instalado no Solar da Viscondessa de Campinas.
Fonte: Anuário do Ensino do Estado de São Paulo, 1913.
O Solar ficava de frente para a Escola Complementar de Campinas que, em 1911, foi
convertida a Escola Normal Primária, pelo Decreto 2.025 (São Paulo, 1911). Nesse contexto,
o citado Grupo se tornou Grupo Escolar Modelo anexo à Escola Normal Primária, favorecendo
o estágio das estudantes normalistas locais (Bispo, 2015). Posteriormente, em 1924, o Grupo
recebeu do estado um local próprio para a realização de suas atividades no novo prédio
construído para funcionamento da referida Escola Normal, mais tarde chamada de Escola
Normal de Campinas (Bispo, 2015).
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IMAGEM 3 - Prédio da Escola Normal de Campinas, com sede na Avenida Anchieta.
Fonte: Bispo, 2015, p. 120.
É nesse local que atualmente funciona a Escola Estadual Carlos Gomes, em Campinas.
Nela, abrigam-se, dentre outras coisas, vários documentos do referido Grupo Escolar. O
Arquivo Escolar da Escola Estadual Carlos Gomes foi organizado pelo Grupo de Estudos e
Pesquisas em História da Educação, Cultura Escolar e Cidadania (CIVILIS), coordenado pela
Profa. Dra. Maria Cristina Menezes da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Para
levantamento dos Livros de Matrículas do Segundo Grupo Escolar disponíveis no local, foi
feita uma consulta no Inventário Histórico Documental: Escola Normal de Campinas (1903-
1976) (Menezes, 2009), elaborado em pesquisa realizada sob a coordenação da referida
professora.
Nesse Arquivo Escolar, foram examinados os Livros de Matrícula da seção masculina
dos anos de 1914 a 1919 e da seção feminina de 1912 a 1920.
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OS LIVROS DE MATRÍCULAS DO SEGUNDO GRUPO ESCOLAR: CONTEÚDO E
PROFISSÕES IDENTIFICADAS
Foram localizados no Arquivo Escolar seis Livros de Matrícula da Seção Masculina
(1914-1919) e nove da seção Feminina (1912-1920). De um modo geral, eles tinham entre 49
e 50 folhas, tendo sido utilizadas, em cada um deles, entre 26 e 40 delas para os registros. Estes
eram feitos a caneta e possuíam grafias diferentes, revelando que as anotações não eram
realizadas por uma única pessoa.
Os Livros de Matrícula localizados estavam em bom estado de conservação. Todos
dispunham de capa, com etiqueta de identificação do referido Grupo Escolar, da seção e do ano
referente, conforme revela a Imagem 4.
IMAGEM 4 - Capa do Livro de Matrícula da seção feminina, do ano de 2012.
Fonte: Livro de Matrícula de Campinas seção feminina
(Segundo Grupo Escolar de Campinas, 1912).
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Todos os Livros dispunham ainda de uma página inicial com os dados principais do
documento, dentre eles o nome e o carimbo da Secretaria de Estado dos Negócios do Interior.
Possuíam ainda espaços para o registro do nome do Grupo e de seu Diretor, do nome do
município e da data de abertura do Livro. Também constava dessa página o carimbo da escola,
como mostra a Imagem 5.
IMAGEM 5 - Página inicial do Livro de Matrícula da seção feminina, do ano de 2012.
Fonte: Livro de Matrícula de Campinas seção feminina (Segundo Grupo Escolar de Campinas, 1912).
Cada folha de matrícula era composta por duas páginas sequenciais. A primeira tinha os
seguintes campos para preenchimento: número de matrícula, número de ordem no ano, nome,
idade (dia, mês e ano), naturalidade, filiação, profissão do pai. É o que se observa na Imagem
6.
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IMAGEM 6 - Exemplo da primeira página de uma folha de matrícula do Livro de Matrícula
da seção masculina, do ano de 2017.
Fonte: Livro de Matrícula de Campinas seção masculina
(Segundo Grupo Escolar de Campinas, 1917).
A segunda página da folha de matrícula contava com os seguintes campos para
complementação: residência e nacionalidade do pai, época das inscrições (na matrícula
primitiva: dia, mês e ano; na matrícula do ano letivo: dia, mês e ano), ano do curso, eliminação
(datas, causas) e observações. Nessa página, também ficava o carimbo do Secretário de Estado
dos Negócios do Interior do período. É o que se observa na Imagem 7.
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IMAGEM 7 - Exemplo da primeira página de uma folha de matrícula do Livro de Matrícula
da seção masculina, do ano de 2017.
Fonte: Livro de Matrícula de Campinas seção masculina (Segundo Grupo Escolar de Campinas,
1917).
Deve ser destacado que, embora as duas páginas façam menção ao pai como responsável
pelas matrículas das crianças, muitas vezes ela era feita por mães. Outras vezes, ainda que em
quantidade bastante reduzida, a matrícula era feita pelo/a tutor/a da criança o que foi
constante, por exemplo, no caso daqueles que se denominavam de Eclesiásticos e, usual, no
caso de algumas classificadas como Proprietárias.
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Foram identificadas nos Livros de Matrícula, juntando-se as duas seções (masculinas e
feminina), 134 profissões. Algumas delas apareciam nomeadas ou abreviadas de formas
variadas, como: Agente Comercial, Ag. Comércio, Ag. Comercial; Agente de Negócio, Ag.
Negociador, Ag. Negócio; Agente Policial, Ag. Policial; Ajudante de Engenheiro, Ajudante
Eng.; Ajustador, Ajustador F.; Empregado da Companhia de Bondes, E. Cia. Bondes;
Empregado da Companhia Mogiana, E.C.M., E. Cia. M., E.C. Mogiana, E.E. Mogiana, E. A.
Mogiana; Empregado da Companhia Paulista, E.C.P., E. C. da Paulista, Cia Paulista, E. Cia
Paulista, E.E. F. Paulista; Empregado da Companhia Singer, E. C. Singer; Empregado da
Estrada de Ferro, E. E. de Ferro, E. E. Ferro, E.E.F.; Empregado do Comércio, E. Comercial,
Emp. Com., Em. Comércio, E.do Comércio, E. Comércio; Empregado Federal, E. Federal;
Empregado Público, Emp. Público, E. Público, Funcionário Público, Fun. Público, Fº Público,
L. Público, E. L. Público; Empregado Municipal, E. Municipal; Serviços Domésticos, Sços.
Domésticos; Doméstica/Doméstico. Sobre essas diferenças, é importante se destacar que, como
informado, as matrículas não eram sempre realizadas pela mesma pessoa, que, numa mesma
página do Livro de Matrícula, foi possível localizar padrões de escrita e letras muito diferentes
umas das outras. A hipótese mas que não foi testada é que isso explica as diferentes formas
de se abreviar ou nomear uma determinada profissão nos Livros.
As matrículas eram realizadas mais por homens, do que por mulheres. As mulheres que
matriculavam crianças no referido Grupo Escolar apareciam predominantemente classificadas
como Serviços Domésticos ou Domésticas. Algumas também eram identificadas como
Cozinheiras, Costureiras, Bordadeiras, Modistas, Lavadeiras. Poucas ou raras apareciam como
Proprietárias, Professoras, Operárias, Negociantes e Viajantes. O restante das profissões era
identificado como predominantemente masculina, salvo as de Cozinheiro e Doméstico
(Serviços Domésticos), que também apareceram para classificação de raríssimos homens dentro
dos Livros.
Com base nessas informações gerais, foi realizada a contagem das 134 profissões nas
seções, como indicado. No caso da seção masculina, o levantamento dos dados nos Livros de
1914 a 1919 resultou no Quadro 2.
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QUADRO 2 - Número de crianças matriculadas segundo a profissão dos pais, mães ou
tutores, por ano e total, seção masculina.
QUANTIDADE
PROFISSÕES
TOTAL
(1914-1919)
1
Açougueiro
8
2
Administrador
11
3
Advogado
9
4
Agenciador
4
5
Agente
2
6
Agente Comercial
2
7
Agente de Negócios
2
8
Agente Policial
1
9
Ajustador
7
10
Alfaiate
53
11
Amolador
2
12
Artista
24
13
Barbeiro
31
14
Boiadeiro
2
15
Bordadeira
1
16
Caldeireiro
6
17
Cambista
4
18
Capitalista
1
19
Carpinteiro
47
20
Carregador
2
21
Carroceiro
4
22
Carteiro
1
23
Chofer
4
24
Chefe-Estação
1
25
Cocheiro
15
26
Comerciante
5
27
Comércio
12
28
Condutor
5
29
Conferente
2
30
Construtor
8
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31
Corretor
8
32
Costureira
8
33
Cozinheira
4
34
Dentista
20
35
Eclesiástico
3
36
Eletricista
5
37
Empleiteiro
5
38
Empregado
30
39
Empregado Companhia dos Bondes
2
40
Empregado Companhia Mogyana
30
8
41
Empregado Companhia Paulista
42
Empregado Estrada de Ferro
43
Empregado Companhia Singer
4
44
Empregado do Comércio
44
45
Empregado Federal
1
46
Empregado Municipal
10
47
Empregado Público
53
48
Empreiteiro
2
49
Engenheiro
7
50
Engraxate
4
51
Escriturário
43
52
Farmacêutico
11
53
Ferreiro
15
54
Fogueteiro
3
55
Foguista
2
56
Folheiro
2
57
Forneiro
1
58
Fotógrafo
4
59
Fundidor
8
60
Funileiro
8
61
Guarda
3
62
Guarda-livro
30
63
Hoteleiro
6
64
Impressor
4
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65
Industrial
27
66
Jardineiro
21
67
Lavadeira
7
68
Lavrador
169
69
Magistrado
2
70
Maquinista
7
71
Marceneiro
53
72
Marchante
18
73
Mecânico
89
74
Médico
3
75
Militar
5
76
Motorneiro
4
77
Negociante
462
78
Oficial de Justiça
2
79
Operário
183
80
Ourives
6
81
Padeiro
14
82
Parteira
3
83
Pedreiro
67
84
Pintor
26
85
Professor
34
86
Professor de Música
4
87
Proprietário
41
88
Sapateiro
41
89
Seleiro
1
90
Serrador
4
91
Serviços Domésticos
119
92
Solicitador
1
93
Tabelião
5
94
Tintureiro
7
95
Torneiro
4
96
Trabalhador
7
97
Viajante
36
Não
compreensível
Não analisados
4
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Não
registrado
11
1
5
Total nos Livros
2421
Fonte: Produzido pela autora com base nos Livros de Matrícula de Campinas seção masculina
(Segundo Grupo Escolar de Campinas, 1914b; 1915b; 1916b; 1917b; 1918b; 1919b).
Conforme consta do Quadro 2, na seção masculina, foram levantadas 97 profissões.
Dentro desse universo, as 5 que mais se repetiram foram as de: Negociante (462), Empregado
das Estações de Ferro (308), Operário (183), Lavrador (169) e Serviços Domésticos (119).
No caso da seção feminina, a mesma verificação de dados nos Livros de Matrículas dos
anos de 1912 a 1920 resultou no Quadro 3.
QUADRO 3 - Número de crianças matriculadas segundo a profissão dos pais, mães ou
tutores, por ano e total, seção feminina.
QUANTIDADE
PROFISSÕES
TOTAL
(1912-1920)
1
Açougueiro
3
2
Administrador
6
3
Advogado
26
4
Agenciador
5
5
Agente
5
6
Agente Comercial
2
7
Agente Correio
1
8
Agricultor
3
9
Ajudante de Engenheiro
3
10
Ajudante
1
11
Ajustador
8
12
Alfaiate
72
13
Amolador
1
14
Aposentado
5
15
Armador
1
16
Armeiro
9
17
Artista
48
18
Barbeiro
81
19
Bagageiro de Trem
1
20
Banqueiro
1
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Ridphe_R
21
Boiadeiro
1
22
Caldeireiro
2
23
Cambista
5
24
Capitalista
6
25
Carpinteiro
48
26
Carregador
6
27
Carroceiro
6
28
Carteiro
1
29
Chapeleiro
4
30
Chauffeur (chofer)
2
31
Chefe-Estação
1
32
Chefe E. Trafego (Chefe de Estação de
Tráfego/Chefe de Estação)
1
34
Cirurgião Dentista
2
35
Cobrador
7
36
Cocheiro
25
37
Comerciante
22
38
Comércio
5
39
Condutor
4
40
Conferente
2
41
Conferente E. Ferro
1
42
Construtor
26
43
Contador
2
44
Copeiro
2
45
Corretor
2
46
Costureira
17
47
Cozinheira
1
48
Dentista
38
49
Eclesiástico
1
50
Eletricista
12
51
Empleiteiro
8
52
Empregado
49
53
Empregado Companhia de Bondes
3
54
Empregado Companhia Bragantina
2
55
Empregado Companhia Mogyana
85
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Rev. Iberoam. Patrim. Histórico-Educativo, Campinas (SP), v. 10, p. 1-22, e024015, 2024.
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56
Empregado Companhia Paulista
38
54
9
57
Empregado Companhia Estrada de Ferro
33
4
58
Empregado Companhia Singer
1
59
Empregado do Comércio
49
60
Empregado do Correio
3
61
Empregado Federal
2
62
Empregado Municipal
13
63
Empregado Público
133
64
Empregado Telefônico
1
65
Empreiteiro
1
66
Engenheiro
25
67
Escrevente
1
68
Escriturário
106
69
Farmacêutico
26
70
Fazendeiro
2
71
Feitor
1
72
Ferrador
1
73
Ferreiro
11
74
Foguista
1
75
Folheiro
1
76
Fotógrafo
4
77
Fundidor
11
78
Funileiro
13
79
Gerente de Banco
1
80
Guarda
2
81
Guarda trem
1
82
Guarda-livros
68
83
Guarda-noturno
2
84
Hoteleiro
15
85
Impressor
3
86
Industrial
65
87
Jardineiro
5
88
Jornaleiro
4
89
Jornalista
9
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90
Lavadeira
1
91
Lavrador
248
92
Leiloeiro
4
93
Lente do Ginásio
1
94
Maquinista
12
95
Marceneiro
57
96
Marchante
10
97
Marmorista
3
98
Mecânico
84
99
Médico
14
100
Militar
3
101
Modista
3
102
Motorneiro
4
103
Músico
1
104
Negociante
736
105
Operário
209
106
Ourives
3
107
Padeiro
5
108
Pedreiro
28
109
Pintor
39
110
Professor
83
111
Professor de Música
1
112
Proprietário
100
113
Proprietário Hotel
2
114
Relojoeiro
3
115
Sapateiro
82
116
Seleiro
9
117
Serrador
3
118
Serviços Domésticos
262
119
Solicitador
6
120
Sorveteiro
1
121
Tabelião
3
122
Telefonista
5
123
Tintureiro
6
124
Tipógrafo
3
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125
Torneiro
1
126
Trabalhador
8
127
Viajante
51
128
Vidraceiro
1
Identificado como
falecido
Não analisados
1
2
8
Não compreensível
4
Não registrado
23
Total nos Livros
3757
Fonte: Produzido pela autora com base nos Livros de Matrícula de Campinas seção feminina
(Segundo Grupo Escolar de Campinas, 1912;1913; 1914a 1915a; 1916a; 1917a; 1918a; 1919a; 1920).
Segundo o Quadro 3, na seção feminina, foram identificadas 128 profissões, sendo a
grande maioria as constantes da seção masculina. Dentro desse arrolamento, as que mais
apareceram nesse Quadro foram: Negociante (736), Empregado das Estradas de Ferro (459),
Serviços Domésticos (262), Lavrador (248), Operário (209). Interessante perceber que, nesse
caso, a presença da profissão Serviços Domésticos se deslocou de quinta para a terceira posição
mais repetida, mostrando a importante atuação das mães na matrícula de suas filhas.
Destaca-se que não foi possível compreender algumas profissões nos Livros, por conta
da letra do registro. Por isso, elas foram categorizadas nos Quadros 2 e 3 como Não
Compreensível. No caso de matrículas que não contavam com o registro da profissão dos
responsáveis, elas foram categorizadas nesses Quadros como Não Registrado. Ressalta-se que,
estranhamente, uma pessoa da seção feminina teve sua profissão registrada no Livro de 1920
como Falecido. Por isso, ela foi inserida no campo Não Compreensível do Quadro 3.
Uma informação importante é que o número de profissionais identificados por ano,
assim como o número total de profissionais registrados na pesquisa não equivale à quantidade
de profissional existente no Livro, mas sim ao número de crianças matriculadas na escola e que
tinham pais, mães ou tutores/as com essas profissões, fazendo com que uma mesma profissão
tenha sido anotada de forma repetida algumas vezes em razão de o sujeito ser responsável pela
matrícula de mais de uma criança no Grupo.
Apesar das observações elencadas acima sobre o trabalho com os Livros de Matrícula,
os Quadros 2 e 3 dão indicativos muito interessantes e importantes sobre o perfil
socioeconômico dos estudantes que frequentavam o referido Grupo Escolar, conforme
observado e expresso nos resultados do estudo de pós-doutoramento que fundamenta este
trabalho, mas que não foram apresentados aqui. Sugere-se que mais pesquisadores e
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pesquisadores complementem essas e outras análises com outros dados, sobretudo os constantes
dos próprios Livros de Matrícula, como gênero, nacionalidade, filiação, endereço residencial,
causas de eliminação etc., contribuindo para a construção de um importante quebra-cabeça
sobre a história da educação primária da época.
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Diretoria Geral da Instrução Pública com autorização do Governo do Estado. São Paulo: Typ.
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MARTINS, José Pedro Soares. Campinas século XX 100 anos de história. Campinas, SP:
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MENEZES, Maria Cristina (coord) et al. Inventário histórico documental Escola Normal
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MENEZES, Maria Cristina, SILVA, Eva Cristina Leite da, TEIXEIRA, Oscar. O
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PEREIRA, Rosimeri da Silva. A história do processo de periferização dos grupos
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Educação) Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação, Campinas, São
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Acesso em: 19 dez. 2023.
SÃO PAULO (Estado). Decreto nº 2.025, de 29 de março de 1911. Converte as atuais Escolas
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Oficial do Estado de São Paulo, São Paulo, 30 mar. 1911, p.1332. Disponível em:
https://www.al.sp.gov.br/norma/?id=135390. Acessado em: 02 dez. 2023.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1912. Secção feminina. Campinas, 1912.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1913. Secção feminina. Campinas, 1913.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1914. Secção feminina. Campinas, 1914a.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1914. Secção masculina. Campinas, 1914b.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1915. Secção feminina. Campinas, 1915a.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1915. Secção masculina. Campinas, 1915b.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1916. Secção feminina. Campinas, 1916a.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1916. Secção masculina. Campinas, 1916b.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1917. Secção feminina. Campinas, 1917a.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1917. Secção masculina. Campinas, 1917b.
ISSN 2447-746X
DOI: https://doi.org/10.20888/ridphe_r.v10i00.18674
22
Rev. Iberoam. Patrim. Histórico-Educativo, Campinas (SP), v. 10, p. 1-22, e024015, 2024.
Ridphe_R
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1918. Secção feminina. Campinas, 1918a.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1918. Secção masculina. Campinas, 1918b.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1919. Secção feminina. Campinas, 1919a.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1919. Secção masculina. Campinas, 1919b.
SEGUNDO GRUPO ESCOLAR DE CAMPINAS. Grupo Escolar “Quirino dos Santos”.
Livro de Matrícula - 1920. Secção feminina. Campinas, 1920.
SOUZA, Rosa de Fátima. O direito à educação: lutas populares pela escola em Campinas.
Campinas: Editora da Unicamp: Área de Publicações CMU/Unicamp, 1998.
SOUZA, Rosa Fátima de. Fotografias escolares: a leitura de imagens na história da escola
primária. Educar em Revista, Curitiba, n. 18, p. 75-101, 2001. Disponível em:
https://revistas.ufpr.br/educar/article/view/32819/20803. Acesso em: 28 dez. 2023.
Recebido em: 19 de fevereiro de 2024
Aceito em: 19 de setembro de 2024