Abstract
A partir da noção de colonialidade de Aníbal Quijano, e da de patrimônio imaterial oficializada pelo Ministério da Cultura brasileiro, o artigo se propõe a discutir a problemática das aproximações em práticas artísticas e seus registros com tradicionalidades cênicas, mais especificamente, as máscaras da Festa de Nossa Senhora de Carmem de Paucartambo, Cusco, Peru.

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