Abstract
Interessa pensar as articulações entre a performance e o campo de saber constituído pelos feminismos. Considerando a importância política da esfera pessoal o texto abordará também a performance 6 minutos, realizada por mim entre 2015 e 2016. Ao convocar processos existenciais em aliança com a escrita acadêmica busca-se que a produção de conhecimento seja feita desde uma sistematização corporificada de saberes situados. A ideia de corpo-encruzilhada é manejada para tratar de questões feministas relativas ao modo como a interseccionalidade dos marcadores sociais opera nos corpos, para pensar sobre a relação de intersubjetividade estabelecida na performance, propondo uma interlocução com discussões descoloniais sobre corpo, fronteira e encruzilhada.
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