Abstract
O filósofo Denis Diderot escreveu, no século XVIII, um tratado denominado “O Paradoxo do Comediante”, onde colocou alguns pontos básicos sobre a arte de representar / interpretar. Para ele o ator deveria abominar toda e qualquer sensibilidade ou emoção no ato da representação / interpretação, pois a emoção, dizia Diderot, é da personagem e não do ator. Nesse caso, o ator não deve ser mas parecer ser.

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