Resumen
Este texto aborda a vida da atuação como elogio da presença entre memórias a partir da arte de Étienne Decroux, especialmente por meio de sua peça “A poltrona do ausente”. Apresenta-se aqui algumas relações entre presença e experiência interior, à luz do pensamento de Georges Bataille, o valor do estado de presença como motivador das multiplicidades do corpo em movimento, com a geração de pensamentos, bem como a possibilidade da presença ser ato de metamorfose do ator que elogia a vida da atuação, ao colocá-lo entre rupturas e conexões de tudo o que o cerca.

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