Resumo
Este artigo discorre sobre uma experiência prática em dança que assume a cartografia como metodologia de trabalho e de criação de territórios existenciais a partir da inscrição em um campo de pesquisa. Tal experiência se dá em uma intervenção em dança, desenvolvida com usuários de um serviço de Saúde Mental, portadores de transtornos mentais graves, tendo como premissa a abertura de novas possibilidades de pensar a dança e a clínica da psicologia na Saúde Mental em um território de intercessão e fronteira.

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Copyright (c) 2015 Revista Ilinx
