Resumo
Pretende-se refletir sobre a noção/prática de escuta na formação de atores, apontando para a relação entre processos criativos e modos de ser (subjetividades). A partir de exemplos, pergunta-se sobre que experiências e que corporeidades vêm sendo vinculadas à noção/prática de escuta nas salas de aula e oficinas para atores. O perigo de uma escuta “objetivante”, “hiperativa” e “excitada” é colocado em discussão.
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