Resumo
A transição entre o século XX e o XXI ressaltou o circo no cenário das artes cênicas, diversificando seus modos de organização do trabalho, de formação, financiamento e propostas estéticas. Nesse fluído e diverso contexto o corpo se manteve como um elemento nuclear, reforçando a necessidade de uma ação formativa prolongada no tempo, atenta à diversidade técnica e estética. Esse processo de formação acontece ainda no seio de uma família, mas também em escolas especializadas ou em outros espaços, sempre tratando de objetivar um corpo que dê conta da variedade de possibilidades cênicas, do hibridismo técnico e estético, bem como das novas tecnologias. Pensar a formação do profissional circense na contemporaneidade torna-se um imenso desafio, que deve considerar o corpo e suas possibilidade de virtuose técnica e poética.

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