Interpretación del patrimonio: entre la educación, la experiencia y la colonialidad
DOI:
https://doi.org/10.20888/t4dsfk90Palabras clave:
Interpretación del Patrimonio, Colonialidad, Turismo PedagógicoResumen
Este artículo surge de las reflexiones desarrolladas en el ámbito de la Comunidad Lusófona de Interpretación del Patrimonio (CLIP), un espacio de encuentro entre profesionales de países de lengua portuguesa interesados en la interpretación del patrimonio. A partir de las experiencias y trayectorias de las autoras, se analiza la relación entre patrimonio, educación y colonialidad, articulando aportes de la interpretación del patrimonio y de los estudios poscoloniales, decoloniales y contracoloniales. El texto propone revisitar patrimonios compartidos entre Brasil y Portugal mediante prácticas educativas e interpretativas capaces de cuestionar narrativas hegemónicas y valorar múltiples formas de conocimiento. Inicialmente, se presentan conceptos y referentes de la interpretación del patrimonio y de la educación. A continuación, se discuten diferentes perspectivas críticas sobre memoria, identidad y patrimonio en contextos marcados por la colonialidad. Por último, se analizan experiencias de turismo pedagógico como prácticas de interpretación del patrimonio fundamentadas en la observación sensible, la experiencia vivida y la relación con el territorio. Se concluye que la interpretación del patrimonio puede contribuir a la construcción de lecturas más plurales, reflexivas y significativas sobre el pasado y el presente.
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