Les circuits touristiques et l'acheminement de la mémoire dans la région portuaire de la ville de Rio de Janeiro, RJ

Auteurs

DOI :

https://doi.org/10.20888/ridphe_r.v10i00.17643

Mots-clés :

Mémoire, Représentation raciale, Circuits historiques

Résumé

Le présent article visait à analyser le Circuit historique et archéologique du patrimoine africain, situé dans la zone portuaire de la ville de Rio de Janeiro, et à détailler le degré de connaissance des habitants de la ville. À partir d'une étude théorique des questions liées à la mémoire, à la représentation raciale et à la modélisation interprétative dans le tourisme, il a été possible de développer une recherche exploratoire-descriptive en utilisant un questionnaire en ligne contenant 6 questions pour la production de données. Son application entre le 28 et le 30 novembre 2022 a compté avec la participation de 80 résidents de la ville de Rio de Janeiro, contactés par application de messages. À travers les informations recueillies, il était prévu d'évaluer l'efficacité des stratégies de communication officielle et de comprendre les formes d'appropriation des traces historiques par les participants à la recherche.

Téléchargements

Les données relatives au téléchargement ne sont pas encore disponibles.

Biographie de l'auteur

  • Júlia Erminia Riscado, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, Brasil

    Doutorado em Ciência Política pela Universidade Federal Fluminense, UFF (2019). Atualmente é pesquisadora bolsista de Pós-Doutorado em Políticas Sociais (PPGPS/UENF). Integra o Grupo de Pesquisa CNPq Officina de Estudos do Patrimônio Cultural e o Observatório do Patrimônio Cultural de Campos.

Références

ALTO COMISSARIADO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA OS DIREITOS HUMANOS. Um ano dedicado aos afrodescendentes. Genebra, 2011.

BAPTISTA, Luís Vicente; PUJADAS, Joan. Confronto e entre posição: os efeitos da metropolização na vida das cidades. Fórum sociológico, v. 3, n. 4, p. 293-308, 2000.

BHABHA, Homi. O local da cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998.

CASTELLS, Manuel. The urban question. 2. ed. Londres: Edward Arnold Ltd., 1976.

CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. 4. ed. São Paulo: Estação Liberdade - UNESP, São Paulo, 2002.

CONSELHO INTERNACIONAL DE MONUMENTOS E SÍTIOS. Carta sobre Interpretação e Apresentação de Sítios de Patrimônio Cultural. França, 2008. Disponível em: https://www.icomos.org/images/DOCUMENTS/Charters/interpretation_sp.pdf. Acesso em: 28 fev. 2023.

CONSELHO DA EUROPA. Declaração de Amsterdã. Países Baixos, 1975.

DIDI-HUBERMAN, Georges. Ante el tiempo. Buenos Aires: Adriana Hidalgo editora, 2011.

FERNANDES, Florestan. A integração do negro na sociedade de classes (o legado da raça branca). São Paulo: Globo, 2008.

GOMES, Tiago de Melo. Para além da casa da tia Ciata: outras experiências no universo cultural carioca, 1830-1930. Afro-Ásia, v. 29, n. 30, p. 175-198, 2003.

GONZALEZ, Lélia; HASENBALG, Carlos. O lugar do negro. Rio de Janeiro: Marco Zero, 1982.

GONZALEZ, Lélia. A marcha negra. Rio de Janeiro, 1988. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=HYLrL4Qx22Q&t=162s. Acesso em: 28 fev. 2023.

HASENBALG, Carlos. Discriminação e desigualdades no Brasil. 2. ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, Rio de Janeiro: IUPERJ, 2005.

HONORATO, Cezar; RIBEIRO, Luiz Claudio. A Administração do Porto do Rio de Janeiro: dos anos 1850 à estatização de Vargas. In: GARRALÓN, Marta et al. (Org.). La Gouvernance des Ports de l'Atlantique (XV – XX siécles). Madrid: Casa de Velasquez / UNED, 2016.

HUYSSEN, Andreas. Seduzidos pela memória: arquitetura, monumentos, mídia. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2000.

LAMARÃO, Sérgio Tadeu de Niemeyer. Dos trapiches ao porto: uma contribuição ao estudo da produção da área portuária do Rio de Janeiro. Coleção Biblioteca Carioca. Rio de Janeiro: Secretaria Municipal das Culturas, 2006.

MOURA, Roberto. No princípio era a roda: um estudo sobre samba, partido-alto e outros pagodes. Rio de Janeiro: Rocco, 2004.

MONTEAGUDO, Clarissa. Pequena África renasce no cais do porto do Rio. Jornal Extra, Rio de Janeiro, 12 abr. 2012. Disponível em: https://extra.globo.com/noticias/rio/pequena-africa-renasce-no-cais-do-porto-do-rio-4763936.html. Acesso em: 28 fev. 2023.

MONTEAGUDO, Maria Jesús; CUENCA, Manuel. Los itinerarios de ocio desde la investigación: tendencias, retos y aportaciones. SIPS - Pedagogía Social. Revista Interuniversitaria, n. 20, p. 103-135, 2012.

MORALES, Jorge; HAM, Sam. ¿A qué interpretación nos referimos? Boletín de Interpretación, n. 19, p. 4-7, 2008. Asociación para la Interpretación del Patrimonio. Disponível em: http://www.interpretaciondelpatrimonio.com. Acesso em: 28 fev. 2023.

NORA, Pierre. Entre memória e história - A problemática dos lugares. Proj. História, São Paulo, n. 10, p. 07-28, 1993.

RIO DE JANEIRO (Cidade). Decreto nº 34.803, de 29 de novembro de 2011. Cria do Circuito Histórico e Arqueológico de Celebração da Herança Africana e o Grupo de Trabalho Curatorial do Projeto Urbanístico, Arquitetônico e Museológico do circuito. Rio de Janeiro, RJ, 2011. Disponível em: https://portomaravilha.com.br/conteudo/legislacao/decretos/d34803.pdf. Acesso em: Acesso em: 28 fev. 2023.

RIO DE JANEIRO (Cidade). Decreto nº 43.128, de 12 de maio de 2017. Cria o Museu da Escravidão e da Liberdade – MEL, no bem cultural que menciona e dá outras providências. Rio de Janeiro, RJ, 2012. Disponível em: https://www.rio.rj.gov.br/c/document_library/get_file?uuid=16e6ddcf-2a52-485e-a8b1-d2ac72c4ae10&groupId=12056510. Acesso em: Acesso em: 28 fev. 2023.

Publiée

2024-12-04

Comment citer

RISCADO, Júlia Erminia. Les circuits touristiques et l’acheminement de la mémoire dans la région portuaire de la ville de Rio de Janeiro, RJ. RIDPHE_R Revista Iberoamericana do Patrimônio Histórico-Educativo, Campinas, SP, v. 10, n. 00, p. e024006, 2024. DOI: 10.20888/ridphe_r.v10i00.17643. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/ridphe/article/view/17643. Acesso em: 12 mars. 2026.