Cartografia como narrativa: experiências artísticas de Guillermo Kuitca e Jorge Macchi como procedimento de leituras urbanas
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Palavras-chave

Leituras urbanas
Trapeiro
Alteridade urbana

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Como Citar

Cartografia como narrativa: experiências artísticas de Guillermo Kuitca e Jorge Macchi como procedimento de leituras urbanas. URBANA: Revista Eletrônica do Centro Interdisciplinar de Estudos sobre a Cidade, [S. l.], v. 11, n. 3, p. 58–85, 2020. DOI: 10.20396/urbana.v11i3.8655998. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/urbana/article/view/21380. Acesso em: 23 maio. 2026.

Resumo

O presente artigo pretende encontrar quem fale do espaço urbano e de nossas experiências como seres humanos/urbanos. Encontrar quem tencione e especule propositivamente sobre o anestesiamento e silenciamento dos dissensos urbanos, sobre a homogeneização e estandardização da vida cotidiana, sobre o viver urbano, sobreviver urbano. Encontrar na Arte quem assuma o choque moderno (o ainda insistente ensaiado por Benjamin) e incorpore o turbilhão informacional contemporâneo e que nos convoque a um deslocamento necessário à reflexão e constituição da subjetividade, da alteridade, da urbanidade. Nessa busca, caminhar e encontrar alguns artistas contemporâneos, colecionar algumas de suas obras e estabelecer uma análise crítica. Os trabalhos artísticos centrais são: Le Sacre (1992), de Guillermo Kuitca e Buenos Aires Tour (2003), de Jorge Macchi.

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Referências

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