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Fluxo de atendimento e prevalência de pacientes com covid-19 na comunidade interna da Unicamp atendidos no Centro de Saúde da Comunidade (cecom)
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Palavras-chave

Covid-19
Vigilância em saúde

Como Citar

GUERREIRO , Inajara de Cassia et al. Fluxo de atendimento e prevalência de pacientes com covid-19 na comunidade interna da Unicamp atendidos no Centro de Saúde da Comunidade (cecom). Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 8, n. 8.Eixo 4, p. e0220946, 2023. DOI: 10.20396/simtec.vi8.Eixo 4.10156. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/10156. Acesso em: 23 jan. 2026.

Resumo

Introdução/Objetivo: A pandemia causada pela COVID-19 afetou milhões de pessoas mundialmente. Desde o início, o Centro de Saúde da Comunidade (CECOM), órgão responsável pelo planejamento e execução das ações de promoção, prevenção, assistência e reabilitação da saúde, direcionadas à comunidade interna da Unicamp, teve um papel importante no atendimento de casos suspeitos e confirmados para COVID-19. Um dos serviços oferecidos é o pronto atendimento, com o primeiro caso suspeito de COVID-19 atendido em 5 de março de 2020. Este trabalho teve como objetivo descrever o fluxo de atendimento e a prevalência de COVID 19 na comunidade interna da Unicamp no CECOM. Metodologia: Trata-se de um estudo descritivo, documental e transversal que incluiu o levantamento de dados das planilhas e fichas de notificações de covid-19 do Núcleo de Vigilância Epidemiológica do CECOM e a descrição do fluxo de atendimento dos casos suspeitos da doença. Resultados: De 05/03/2020 a 31/08/2022 foram notificados no CECOM 28642 casos de síndrome respiratória. Destes, 8443 (29%) tiveram diagnóstico confirmado para COVID-19 por meio da coleta do swab naso e orofaringe, para teste rápido de Antígeno ou teste da Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real, coletado no CECOM e analisado pelo laboratório referenciado. A distribuição dos casos confirmados por Categoria Profissional/Alunos foi: 2993 alunos (35%); 1135 técnicos/Auxiliares de enfermagem (13%); 474 médicos (6%); 395 enfermeiros (5%); 333 docentes (4%); 3113 outras categorias (37%). Destes, 59 (0,7%) necessitaram de internação, dos quais 5 (0,06%) evoluíram para óbito. Foi criado um fluxo para o atendimento priorizando os pacientes com sintomas respiratórios e profissionais da área da saúde. A avaliação de risco por enfermeiros é seguida de coleta do swab naso e orofaringe e atendimento médico, que avalia e classifica o estágio da doença (leve/moderado/grave/crítico), que e norteia as medidas necessárias de seguimento, como isolamento domiciliar, solicitação de exames complementares ou encaminhamento para internação hospitalar. Conclusão: O estabelecimento do fluxo de acolhimento, atendimento e monitoramento dos casos suspeitos e confirmados de Covid 19 pelo CECOM resultou em um atendimento ágil, eficaz e certamente está sendo fundamental para evitar um número maior de casos fatais durante a pandemia.

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Referências

https://coronavirus.saude.gov.br/definicao-de-caso-e-notificacao 2. Protocolo de Acolhimento e classificação de risco CECOM-UNICAMP https://www.covid19treatmentguidelines.nih.gov 4. Departamento de Vigilância em Saude (DEVISA) de Campinas/São Paulo.

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Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 2023 Inajara de Cassia Guerreiro