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Música, teatro, artes plásticas e dança: improvisação coletiva como ferramenta para a construção de um discurso cênico
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Palavras-chave

Artes da cena. Performance. Improvisação coletiva. Discurso. Formação de artistas

Como Citar

SCHROEDER, Jorge Luiz. Música, teatro, artes plásticas e dança: improvisação coletiva como ferramenta para a construção de um discurso cênico. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 3, p. 124–124, 2016. DOI: 10.20396/simtec.vi3.10570. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/10570. Acesso em: 25 jan. 2026.

Resumo

Este trabalho, que vem sendo feito há dois anos com alunos da graduação em música, teatro, artes plásticas e dança do Instituto de Artes da Unicamp, tem como objetivo principal praticar, refletir, discutir e sistematizar, na medida do possível, alguns processos de inter-relação entre as diversas artes performáticas presentes no Instituto. A partir de exercícios práticos de improvisação coletiva, tenta-se explorar as fronteiras de entendimento entre os vários processos artísticos desenvolvidos em cada área em particular, visando a construção de um discurso – que pode ser um espetáculo, peça, cena, performance – híbrido, acabado, onde cada uma das artes envolvidas não precisem se despir de suas recíprocas identidades e que, no entanto, possam convergir para um objetivo artístico/discursivo comum. Visando a prática do diálogo entre linguagens artísticas na formação dos artistas do Instituto, pretende-se investigar as razões que tanto facilitam quanto dificultam esse tipo de integração. Provisoriamente, tem-se dado ênfase a três características presentes nas quatro artes envolvidas: a temporalidade, a corporalidade e a significação. De um lado, todas se organizam no tempo e desenvolveram formas próprias de organizar o tempo; de outro, todas elas trabalham com técnicas corporais específicas, algumas tendo o corpo como suporte artístico, outras tendo o corpo como ferramenta de performance; num terceiro lado, mesmo nos discursos mais radicais das respectivas vanguardas, a questão da significação (termo que pode mudar conforme a área, como coerência, sentido, entendimento, interpretação, dramaturgia, imagética, estrutura etc.) está sempre presente (ou sendo buscada). É nesse vórtice de procedimentos, valores e conhecimentos que caminhamos.
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Copyright (c) 2016 Jorge Luiz Schroeder