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Medicamentos sólidos orais e o uso de sonda em pacientes na unidade de terapia intensiva
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Palavras-chave

Via de administração. Medicamentos. Sondas

Como Citar

SILVA, Nice Maria Oliveira. Medicamentos sólidos orais e o uso de sonda em pacientes na unidade de terapia intensiva. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 4, p. 232–232, 2016. DOI: 10.20396/simtec.vi4.10999. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/10999. Acesso em: 23 jan. 2026.

Resumo

A administração de medicamentos sólidos orais via sonda em pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) deve ocorrer de forma racional e segura. O objetivo do trabalho foi de analisar os medicamentos sólidos orais padronizados no Hospital da Mulher da Unicamp, de acordo com a possibilidade de serem administrados via sonda. Foi realizado um levantamento dos medicamentos sólidos orais padronizados no CAISM e posterior análise da revisão da literatura publicada. Foram analisados 60 medicamentos sólidos orais, dentre eles, 20 não devem ser administrados via sonda (33,3%), cujos principais fatores de complicação são: falta de estudos (7), risco de obstrução da sonda (6), risco biológico (3), inativação do princípio ativo (3), danos ao trato gastrointestinal (3), alteração da farmacocinética (3) e dificuldade de dispersão (1). As alternativas para administração foram: solução injetável (4), solução oral (3), pó para solução injetável (1), suspensão (1) e solução injetável para administração via sonda (1). Em relação à interação fármaco-nutriente, em 13 casos (21,6%) pode haver alteração significativa na absorção do medicamento se administrado juntamente com a nutrição enteral. A compilação e divulgação destes dados auxilia a equipe multiprofissional da UTI a implementar uma terapia farmacológica via sonda de forma racional, prevenindo problemas relacionados a administração de medicamentos por esta via. 
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Copyright (c) 2016 Nice Maria Oliveira Silva