Resumo
Introdução: Na superfície tegumentar, por invasão direta ou por infecção preexistente, os estafilococos progridem para o tecido celular subcutâneo, causando celulite. A superfície da lesão é lisa e opaca, sem demarcação de limites separando-se da pele normal circunjacente, a lesão é mais profunda e extensa. Dentre os tratamentos necessários destaca-se o acompanhamento do enfermeiro no direcionamento do plano terapêutico e orientação para auto cuidado em domicílio. Objetivo: Descrever a gestão de cuidados na evolução do tratamento de celulite de membro superior com acompanhamento no ambulatório de estomaterapia em um hospital SUS. Materiais e Métodos: Trata-se de um relato de experiência, em um paciente do sexo masculino, assistido no Hospital Estadual Sumaré acompanhado no ambulatório de Estomaterapia. As informações foram extraídas do prontuário do paciente e por meio de registros fotográficos digitais com consentimento por escrito do paciente. Resultado: Na admissão do ambulatório desse serviço foi realizado a coleta do histórico, exame físico e elaborado um plano terapêutico, onde foram estabelecidas as intervenções e orientações. As intervenções estabelecidas foram baseadas no julgamento e conhecimento clínico da enfermeira estomaterapeuta. Os resultados obtidos foram considerados eficazes. Houve melhora progressiva com reparação tecidual total na décima primeira avaliação com alta do ambulatório de estomaterapia e orientação de hidratação da pele em domicílio. Conclusões: A eficácia das ações do enfermeiro inserido no Grupo de Estudo Lesões de Pele e a enfermeira estomaterapeuta, está ligada com a escolha da terapia tópica a ser utilizada, com reavaliações periódicas, conhecimento científico.
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Copyright (c) 2016 Vanessa Cristiani Mesquini Martins