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DETECÇÃO PRECOCE DA SEPSE: autonomia do enfermeiro no Hospital Estadual Sumaré
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Palavras-chave

Autonomia chave. Enfermagem chave. Sepse chave

Como Citar

FREITAS, Emiliana Aparecida. DETECÇÃO PRECOCE DA SEPSE: autonomia do enfermeiro no Hospital Estadual Sumaré. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 4, p. 201–201, 2016. DOI: 10.20396/simtec.vi4.11030. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11030. Acesso em: 24 jan. 2026.

Resumo

Atualmente os hospitais tem como foco a qualidade dos serviços e segurança do paciente. Sepse é uma das ocorrências hospitalares com consequências graves como a mortalidade. É diagnosticada por alterações da resposta inflamatória sistêmica (SIRS). O enfermeiro é essencial para detectar precocemente os sinais, acompanhamento da evolução e o sucesso do tratamento. Objetiva-se nesse trabalho avaliar o impacto da aplicação precoce do protocolo institucional, pelo enfermeiro. Trata-se de um estudo exploratório descritivo com evidências de relato de experiência. Os dados foram extraídos do Banco de dados do Protocolo Institucional. Os resultados apontaram que o enfermeiro é o profissional chave na busca de sinais sugestivos de infecção, realizando diagnóstico precoce da sepse reduzindo desta maneira a taxa de mortalidade. A literatura aponta que intervenções imediatas, adequadas e terapêuticas como antibioticoterapia, estão associadas com menores taxas de mortalidade, e o sucesso na abordagem da sepse. Este estudo aponta contribuições do enfermeiro na melhoria da efetivação do protocolo institucional, evidenciando a autonomia do enfermeiro, como influência positiva na segurança do paciente e na diminuição das taxas de mortalidade, apesar das dificuldades encontradas como a dependência da prescrição médica para coleta de exames e condições de punção venosa/arterial.
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Copyright (c) 2016 Emiliana Aparecida Freitas