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Estudos da variação das respostas de FTIR dentre diferentes cristais de apatitas
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Palavras-chave

Traços de fissão. Annealing. Apatita. Infravermelho

Como Citar

PALISSARI, Rosane. Estudos da variação das respostas de FTIR dentre diferentes cristais de apatitas. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 4, p. 105–105, 2016. DOI: 10.20396/simtec.vi4.11090. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11090. Acesso em: 24 jan. 2026.

Resumo

Apatita é o mineral mais amplamente usado para o Método de Traços de Fissão (MTF) [Tagami, T. and O´Sullivan, P. B., 2005, Rev. Mineral. Geochem., 58, 19-47]. O MTF é baseado no decaimento natural do Urânio (238 U), que cria regiões de desarranjo estrutural pela passagem dos fragmentos de fissão. É bem conhecido que os comprimentos dos traços de fissão são encurtados pela ação combinada do tempo e da temperatura, processo este chamado annealing. A obtenção das histórias térmicas através dos traços de fissão em apatitas necessita do conhecimento do comportamento do annealing dos traços e é sabido que este processo depende da composição do mineral. A microespectroscopia de infravermelho por transformada de Fourier ( FTIR) é uma forma não destrutiva de caracterizar a estrutura química da apatita em correlação com a cinética de annealing [Siddall, R. and Hurford, A. J., 1998, Chem. Geol., 150, 181-190]. Neste trabalho, cristais de apatitas alcalinas de Ponta Grossa e Arco do Alto Paranaíba, Brasil, foram analisadas por FTIR com o objetivo de se observar variações nos picos de infravermelho. Em medidas rotineiras por traço de fissão, os grãos de apatitas são montados em uma resina epóxi cuja composição exata é desconhecida. Neste trabalho, é mostrado que realizando a subtração do espectro (apatita/resina menos resina), com a devida renormalização, é possível obter o espectro da apatita separadamente. 
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Copyright (c) 2016 Rosane Palissari