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Humanização no processo de doação de órgãos
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Palavras-chave

Doação de Órgãos
Humanização
Processo de Doação de Órgãos.

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Como Citar

ATHAYDE, Maria Valéria Omena; SANTOS, Luciana Aparecida; BONFIM, Klenio Oliveira; BISPO, Paula Pereira; LAGE, Julieth Santana Silva; ZAMBELLI, Helder José Lessa; SARDINHA, Luiz Antônio Costa. Humanização no processo de doação de órgãos. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 9, n. 9.Eixo 2, p. e0240017, 2024. DOI: 10.20396/simtec.n9.11144. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11144. Acesso em: 21 jan. 2026.

Resumo

Introdução: O processo de doação de órgãos envolve assistência aos potenciais doadores e aos seus familiares. A humanização é algo que advém do olhar para o outro e cuidar desse com respeito, ética, responsabilidade, o que significa atender às necessidades, tanto biológicas quanto emocionais. Trabalhar a humanização no contexto hospitalar da doação de órgãos e tecidos é assistir a todos os envolvidos no processo considerando cada situação e contexto. Objetivo: Descrever a criação e a implementação de uma pulseira vermelha para ser colocada no braço do doador, como parte de uma estratégia para humanizar o processo de doação de órgãos. Metodologia: Estudos descritivo, tipo relato de experiência, acerca das ações realizadas para dar visibilidade ao doador como doador de vidas foram: a utilização de pulseira vermelha com a inscrição “DOADOR DE VIDAS” para ser colocada no braço do doador, após a autorização familiar da doação e a entrega de cartas para as equipes responsáveis pelo cuidado do doador, expressando o agradecimento e a importância de transformar o resultado da assistência prestada como gerador de vidas. Resultado: A implementação da pulseira de reconhecimento gerou uma resposta positiva tanto das equipes de enfermagem quanto das famílias dos doadores. Os profissionais e os familiares relataram que a pulseira ajudou no cuidado humanizado, destacando o valor do doador enquanto paciente e ser humano. Conclusão: A utilização da pulseira contribuiu para a disseminação da cultura da doação entre os profissionais de saúde, reforçando a importância de tratar o doador com dignidade durante todo o processo.

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Referências

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CAMPONOGARA ROSSATO, G., Oliveira Girardon-Perlini, N. M., Bastos Cogo, S., Nietsche, E. A., & Dalmolin, A. (10 de Dezembro de 2020). A experiência de famílias não doadoras frente à morte encefálica. Acesso em Julho de 2023, disponível em pesquisa.bvsalud.org: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-1146635

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Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 2024 Maria Valéria Omena Athayde, Luciana Aparecida Santos, Klenio Oliveira Bonfim, Paula Pereira Bispo, Julieth Santana Silva Lage, Helder José Lessa Zambelli, Luiz Antônio Costa Sardinha