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A segmentação automática das estruturas cardíacas pode modificar a maneira como avaliamos os limites de dose para a radioterapia na mama esquerda
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Palavras-chave

Radioterapia
Segmentação Automática
Câncer de Mama

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Como Citar

BORGES, Murilo Guimaraes. A segmentação automática das estruturas cardíacas pode modificar a maneira como avaliamos os limites de dose para a radioterapia na mama esquerda. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 9, n. 9.Eixo 2, p. e0240020, 2024. DOI: 10.20396/simtec.n9.11155. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11155. Acesso em: 21 jan. 2026.

Resumo

Introdução: A radioterapia é essencial no tratamento do câncer de mama, e a precisão na avaliação da dose é crucial para minimizar os efeitos colaterais. Tradicionalmente, as estruturas anatômicas são delineadas manualmente, um processo demorado e sujeito a variabilidade. A segmentação automática surge como uma alternativa promissora. No tratamento radioterápico da mama esquerda, o protocolo RTOG 1005 enfatiza a importância do delineamento cardíaco e a necessidade de minimizar a exposição cardíaca à radiação. Objetivo: Este estudo visa avaliar a distribuição de dose em subestruturas auto segmentadas e estabelecer modelos para correlacioná-las com a dose na área cardíaca. Metodologia: Utilizamos TotalSegmentator e Limbus AI para a auto segmentação das estruturas anatômicas. A relação entre o volume da área cardíaca e dos órgãos em risco foi avaliada por meio de regressão log-linear. Resultados: A distribuição média da dose foi significativa para a artéria coronária descendente anterior (LAD), coração e ventrículo esquerdo, com maior variabilidade na avaliação volumétrica absoluta. Apresentamos modelos de regressão log-linear para estimar os parâmetros de restrição de dose, destacando um maior número de comparações altamente correlacionadas para avaliação dose-volume absoluto. Conclusão: Os protocolos de avaliação dose-volume em pacientes com câncer de mama esquerdo geralmente negligenciam as subestruturas cardíacas. No entanto, ferramentas automáticas podem superar essas dificuldades técnicas. Este estudo correlaciona a dose na área cardíaca com as doses em subestruturas específicas e sugere limites para avaliação do planejamento, indicando um benefício em relatar limites absolutos de dose-volume para futuras avaliações de causa e efeito.

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Copyright (c) 2024 Murilo Guimaraes Borges