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Automatização do inventário de resíduos químicos: eficiência e conformidade no gerenciamento hospitalar
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Palavras-chave

Resíduo
Inventário
Automação

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Como Citar

KAWASAKI, Gledson Moreira; OLIVEIRA, Fayola Oron Pinheiro de; NASCIMENTO, Edvaldo Marques do. Automatização do inventário de resíduos químicos: eficiência e conformidade no gerenciamento hospitalar. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 9, n. 9.Eixo 1, p. e0240232, 2024. DOI: 10.20396/simtec.n9.11465. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11465. Acesso em: 24 jan. 2026.

Resumo

Introdução: O gerenciamento de resíduos químicos hospitalares segue normas rigorosas, como a RDC 222/2018, que regula o manejo de resíduos de serviços de saúde. Atualmente, o Hospital de Clínicas destina esses resíduos por meio da Coordenadoria de Gestão Ambiental e de Resíduos (DEPI). O controle do inventário e do acondicionamento deve ser rigoroso e passa por inspeção prévia da DEPI/GEARE. A automação desse processo visa melhorar a eficiência e assegurar conformidade com as normas ambientais. Objetivo: Implementar um sistema automatizado para inventário de resíduos químicos, com emissão de rótulos e pictogramas conforme a legislação, além da criação de um banco de dados para monitoramento e análise. Metodologia: Um Formulário Google foi elaborado, exigindo informações obrigatórias sobre cada recipiente de resíduo. Após o envio, os dados alimentam automaticamente uma planilha que gera um banco de dados. O sistema envia e-mails aos responsáveis, anexando rótulos para impressão, contendo número de inventário e pictogramas de risco químico e ambiental. A coleta do resíduo só ocorre após o preenchimento do formulário. Resultados: Todos os recipientes de resíduos do HC foram identificados corretamente com rótulos e pictogramas. O banco de dados gerado contém informações completas sobre cada item, eliminando o tempo gasto com o inventário manual. Conclusão: A padronização e automação do processo reduziram o tempo de trabalho da equipe, otimizaram a rastreabilidade e garantiram a destinação correta dos resíduos químicos.

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Referências

BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 222, de 28 de março de 2018. Regulamenta as boas práticas de gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 29 mar. 2018. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2018/rdc0222_28_03_2018.pdf. Acesso em: 15 set. 2024.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Diretoria Executiva de Planejamento Integrado. Programa de Gerenciamento de Resíduos Químicos. Campinas: Unicamp, 2016. Disponível em: https://depi.unicamp.br/wp-content/uploads/2016/03/PGRQ-09-11-16.pdf. Acesso em: 15 set. 2024.
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