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A experiência com o cateter central de inserção periférica em pacientes oncológicos ambulatoriais
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Palavras-chave

Cateter venoso central
Oncologia
Assistência de enfermagem

Categorias

Como Citar

GADANHOTO, Ana Paula; ANTUNES, Adenilza Aparecida; SUGUIMOTO, Juliana Coutinho de Paula; FURLANI, Renata; MOURA, Letícia Martins de Alburquerque; FERNANDA LOURENÇON VEGIAN , Camila; ROGÉRIO JÚLIO , Paulo; APARECIDA DE CASTRO RECCO, Elenita; ANTONIO GRACIANO , Joaquim. A experiência com o cateter central de inserção periférica em pacientes oncológicos ambulatoriais. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 9, n. 9.Eixo 2, p. e0240260, 2024. DOI: 10.20396/simtec.n9.11501. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11501. Acesso em: 21 jan. 2026.

Resumo

Introdução:  Os pacientes oncológicos submetidos ao tratamento com protocolos de quimioterapia necessitam de um acesso venoso central para a administração segura dos antineoplásicos, e nesse cenário é inovador a indicação, inserção e utilização do cateter central de inserção periférica (PICC) para o tratamento oncológico ambulatorial. Objetivo: Descrever a experiência com a inserção do PICC nos pacientes casos novos de tumores sólidos com quimioterapia ambulatorial. Método: Relato de experiência do Ambulatório de Oncologia do HC-UNICAMP. Os dados foram coletados junto ao banco de dados do Grupo de Gerenciamento de Cateteres Venosos e Terapia Infusional (GCATI) e apresentados por meio de estimativas absolutas e relativas.   Resultados: De Agosto/2023 a Agosto/2024, foram inseridos 58 PICCs em 57 pacientes casos novos, sendo 72,7 % (n=32) do sexo masculino e 27,3 % (n= 12) do sexo feminino. O PICC mais utilizado foi o PICC 4 Fr (94,7%). O ultrassom foi utilizado para  avaliação da rede venosa periférica, para escolha da veia, sítio de punção, avaliação do diâmetro da veia x diâmetro do cateter e para punção venosa ecoguiada  em 100% (n=57). A taxa de sucesso na inserção foi de 100% e a taxa de sucesso no posicionamento central do PICC foi de 96,5 %. Conclusões: A indicação e utilização do PICC nos pacientes  oncológicos (caso novo) otimizou o  início do tratamento, possibilitou a realização do procedimento de inserção do PICC em nível ambulatorial e proporcionou o desenvolvimento de enfermeiros expertises  em PICC no ambulatório de Oncologia.

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Referências

ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de prevenção de infecção relacionada à assistência à saúde. Brasília, 2017.

GORSKI, L. A.; HADAWAY, L. H.; MARY, E. Infusion therapy standards of practice. 8th ed. Journal of Infusion Nursing, v. 44, n. 1S, p. S1-S224, jan./fev. 2021. oi: 10.1097/NAN.0000000000000396.

AMERICAN SOCIETY OF ANESTHESIOLOGISTS. Practice guidelines for central venous access 2020. [S.l.], 2020.

CARRARA, D.; POLASTRINI, R. T. V. Diretrizes práticas para terapia infusional. 3. ed. São Paulo: Infusion Nurses Society Brasil, 2018.

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Copyright (c) 2024 Ana Paula Gadanhoto, Adenilza Aparecida Antunes, Juliana Coutinho de Paula Suguimoto, Renata Furlani, Letícia Martins de Alburquerque Moura, Camila Fernanda Lourençon Vegian , Paulo Rogério Júlio , Elenita Aparecida de Castro Recco, Joaquim Antonio Graciano