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Animais sentinelas: a sua importância em biotérios
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Palavras-chave

Sentinelas
Biotério
Saúde

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Como Citar

SANTOS, Maria Eduarda da Costa dos; MAXIMO, Rafael; GIMARÃES, Sarah; PADOVAN, Julia Cardoso. Animais sentinelas: a sua importância em biotérios. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 9, n. 9.Eixo 2, p. e0240268, 2024. DOI: 10.20396/simtec.n9.11511. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11511. Acesso em: 21 jan. 2026.

Resumo

Introdução: Uso de animais na pesquisa, exige que eles sejam livres de agentes causadores de doenças. Uma das estratégias empregadas na produção de animais sem patógenos é o uso de animais sentinelas. São animais colocados em gaiolas com a cama “suja” que foi utilizada por outros animais onde, após o contato por algum tempo, haverá o contágio dos sentinelas. Outro esquema é a manutenção destes animais na colônia por um tempo maior, e posteriormente enviá-los para o laboratório de controle sanitário. Objetivos: Ampliar a frequência na análise sanitária das colônias, normalmente realizada trimestralmente. Metodologia: De acordo com a FELASA o monitoramento sanitário de roedores inclui exames de parasitologia, imunologia e bacteriologia como forma de se verificar a presença de agentes patogênicos primários e oportunistas. Com os sentinelas mantidos em ambiente com barreiras, em racks ventilados e na colônia por 16 semanas recebendo o mesmo manejo e manuseio, é possível a realização de um monitoramento para a detecção e rastreabilidade de patógenos nas instalações. Destaca-se que muitos microrganismos que normalmente não causam sinais clínicos em animais imunocompetentes, podem resultar em doenças em animais com imunodeficiências. Portanto, ainda que haja outros métodos, o monitoramento com sentinelas é essencial para identificar potenciais agentes oportunistas. Conclusão: Estratégia do monitoramento com sentinelas é fundamental na detecção de patógenos e para garantir a saúde das colônias. Muitos microrganismos não causam sintomas em animais saudáveis, porém podem ser perigosos para os imunodeficientes. Essa prática evita surtos e mantêm a confiabilidade dos experimentos realizados com animais de laboratório.

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Referências

LELLIS, André Teixeira. Tipos de modelos de análise para controle sanitário de animais de laboratório. 2023. 93 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Biotérios) – Escola Superior do Instituto Butantan, São Paulo, 2023.

SANTOS IS, Silva CS, Silva CH, et al. Eficácia do método de graham para o diagnóstico de Syphacia obvelata (Rudolphi, 1802) no monitoramento sanitário de camundongos Swiss Webster de um biotério de criação. Bio M Res Tech. 2022;2:e00092022. https://doi.org/10.4322/2675-9225.00092022

MAHLER, M. FELASA recommendations for the health monitoring of mouse, rat, hamster, guinea pig and rabbit colonies in breeding and experimental units. Laboratory Animals, v. 48, n. 3, p. 178-192, 2014. Disponível em: [https://journals.sagepub.com/doi/pdf/10.1177/0023677213516312].

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