Resumo
A rede venosa de um paciente submetido à quimioterapia é alvo preferencial a ser
acometido por complicações que venham a dificultar sua utilização para a infusão do quimioterápico. O profissional que realiza a punção venosa deve ser consciente da importância desse procedimento e realizá-lo de forma a preservar o paciente do excesso do número de punções e da dor. O número de punções realizadas em paciente oncológico e em quimioterapia é um indicador de qualidade muito importante. Diante de tal importância tornou-se objetivo desta pesquisa o levantamento do número de punções venosas nos
pacientes em tratamento quimioterápico ambulatorial realizado na Central de quimioterapia-Caism-Unicamp no ano de 2009. Os dados foram analisados mensalmente e obtidos a partir de um livro de registro diário do serviço em questão. Classificou-se os resultados segundo um
esquema baseado no número de punções por paciente realizadas para iniciar a infusão de
forma adequada e segura, sendo 01, 02, 03, 04 ou mais punções. Desta forma, obteu-se os
índices mensais em número e porcentagem, demonstrando os valores reais da prática desse
procedimento no serviço onde o trabalho foi realizado. Pelos resultados obtidos observou-se
uma resposta bastante positiva já que o número de uma única punção venosa realizada para se
iniciar a infusão no paciente é muito superior as demais que decrescem de forma gradativa
conforme aumenta o número de punções necessárias.
Referências
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