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Análise retrospectiva de 7 anos do banco de dados do laboratório de citogenética e cultivo celular do CAISM
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Palavras-chave

Citogenética
Cariótipo
Banco de dados

Como Citar

LÚCIO, Mara Aparecida de; PALEARI, Renata Gasparotto; CARVALHO, Lúcia Maria Fagian de; CAMPANHOL, Cássia de Lourdes; HEINRICH, Juliana Karina Ruiz. Análise retrospectiva de 7 anos do banco de dados do laboratório de citogenética e cultivo celular do CAISM. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 3, p. 186–187, 2025. DOI: 10.20396/. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11964. Acesso em: 25 jan. 2026.

Resumo

O objetivo do estudo foi fazer um levantamento da quantidade de análises de cariótipos e seus resultados no Laboratório de Citogenética e Cultivo Celular do CAISM em um período de 7 anos. Foi realizada uma revisão retrospectiva do banco de dados do laboratório. As análises foram feitas com
amostras obtidas através de cordocentese, amniocentese, vilosidades coriônicas, punção
cardíaca, sangue periférico e pele. De 1854 amostras, os casos de sucesso na cultura foram
1631 (88%). Das culturas que tiveram insucesso, 223 (12,1%), 81 casos (36,3%) foram devido à restrição na amostra, 22 casos (9,9%) devido à contaminação da cultura e 120 (53,8%) casos devido à falha de cultura (não crescimento celular). Do total de amostras que deram entrada ao laboratório, 388 (20,9%) foram de cordocentese, 317 (18%) de amniocentese, 37 (2%) de vilosidade coriônica, 92 (5%) de punção cardíaca, 30 (1,6%) de
pele, 692 (37,3%) de sangue perifério, 281 (15,1%) de sangue de RN (recém nascidos) e 17 (0,9%) de óbito fetal. Dos casos com anormalidades cromossômicas, 429 (23,1%), 12,6% foram polimorfismos, 6,9% foram monossomias, 34,7% trissomias e triploidias, 10,5% translocações, 14,2% mosaicismo, 1,4% deleção, 7,4% inversão e 1,6% adição. No CAISM, cerca de 5 ambulatórios recorrem aos serviços deste laboratório. O ambulatório de neonatologia requisitou, neste período um total de 281 análises, o de medicina fetal 736, já o de ginecologia 492. Os ambulatórios de perdas gestacionais e genética perinatal requisitaram 191 e 154, respectivamente. Esta análise retrospectiva mostra a importância de se preservar um banco de dados digital de um laboratório de citogenética.

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Referências

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