Banner Portal
Frequência e causas de coleta de nova amostra laboratorial em hospital terciário
PDF

Palavras-chave

Exames
Ambulatório
Enfermaria

Como Citar

CRUZ, D. S.; OLIVEIRA, M. L. P. S.; TAKAO, W. T.; MOYA, L. A.; BOAS, M. V. Villas. Frequência e causas de coleta de nova amostra laboratorial em hospital terciário. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 2, p. 65–65, 2008. DOI: 10.20396/simtec.v2.2008.11983. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/11983. Acesso em: 9 out. 2026.

Resumo

Este trabalho teve como objetivo demonstrar a freqüência de erros decorrentes da coleta de exames no Laboratório Clínico de pacientes de Ambulatório e Pronto Socorro. Verificou-se a existência de 96.805 requisições de exames no período de setembro de 2006 a fevereiro de 2007, havendo no período um total de 648 coletas de nova amostra (devido à hemólise, coágulo e outros). Observou-se maior demanda de requisições para pacientes ambulatoriais em relação ao pronto socorro. Os procedimentos de punção venosa diferem para os dois grupos analisados: em Ambulatório aproximadamente 95% são pelo sistema de punção a vácuo e no Pronto Socorro, cerca de 100 % punção com seringa. Os resultados apontaram que houve 0,66 % de novas coletas no período com uma diferença significativa para amostras hemolisadas e coaguladas entre PS e Ambulatório (x2  test p<0,001), respectivamente 1,66% e 0,06% de nova coleta por hemólise e 0,42 % e 0,19 % por presença de coágulo. Os demais motivos totalizaram 0,05%. Concluímos que a técnica de coleta a vácuo reduz a percentagem de hemólise, sendo que é fundamental investir em treinamentos técnicos para reverter essas diferenças de qualidade de procedimento entre os setores (PS e Ambulatório), para assim minimizar os riscos de erros no diagnóstico clínico.

PDF

Referências

.

Creative Commons License
Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 2008 D. S. Cruz et al.