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A experiência da doação: conversando com as famílias doadoras no período pós-óbito
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Palavras-chave

Doação de órgãos
Período pós-óbito
Acolhimento às famílias

Como Citar

BACHEGA, E. B.; BARG, M. A.; ZAMBELLI, H. J. L. A experiência da doação: conversando com as famílias doadoras no período pós-óbito. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 2, p. 234–234, 2008. DOI: 10.20396/simtec.v2.2008.12000. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/12000. Acesso em: 9 out. 2026.

Resumo

O transplante de órgãos e tecidos é, atualmente, uma opção terapêutica para doenças que, até pouco tempo, eram consideradas terminais. Com isso, a necessidade de órgãos transplantáveis tem crescido muito nos últimos anos. Conhecer os motivos que levam as famílias a decidirem pela doação, pode ajudar no processo doação-transplante, reduzindo o número de recusas. A família tem papel importante na decisão sobre a doação dos órgãos e tecidos de seu parente. Seja respeitando a decisão manifestada pelo mesmo, seja na tomada da decisão sem o conhecimento prévio de seu desejo. De uma amostra de 35 famílias doadoras, 7 foram entrevistadas. Cada entrevista teve duração média de 2 horas e compareceram, em média, 3 familiares. A necessidade de saber se os transplantes foram bem sucedidos e o estado de saúde dos receptores foi manifestada em todos os casos. O processo foi avaliado como longo e burocrático, ocasionando a demora na liberação do corpo. Sobre a experiência da perda, as questões estavam voltadas para o que pode ser considerado normal ou não, no processo do luto. Todas as famílias avaliaram positivamente as entrevistas no pós-óbito.

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Referências

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Copyright (c) 2008 E. B. Bachega et al.