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Alta hospitalar da pessoa com disfunção miccional e cateterismo intermitente limpo
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Palavras-chave

Incontinência urinária
Alta hospitalar
Estomaterapia

Como Citar

SILVA, Vanessa Abreu da; ANTUNES, Ivan Rogerio; FAGNANI, Renata. Alta hospitalar da pessoa com disfunção miccional e cateterismo intermitente limpo. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 8, n. 8.Eixo 1, p. e0220906, 2023. DOI: 10.20396/simtec.vi8.Eixo 1.7600. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/7600. Acesso em: 9 maio. 2026.

Resumo

Introdução/Objetivo: O funcionamento do trato urinário requer sincronia entre a bexiga e o esfíncter. Falhas nesse sistema podem causar retenção, incontinência e graves complicações renais. O Cateterismo Intermitente Limpo (CIL) é a estratégia principal para garantir o esvaziamento vesical regular. Este trabalho descreve a criação de um protocolo de orientações para a alta hospitalar de pessoas com disfunção miccional em um hospital escola. Metodologia: Trata-se de um relato de caso sobre a elaboração de um fluxo assistencial baseado em revisão de literatura. O material foi validado após discussões com equipes multidisciplinares, incluindo neurocirurgia, urologia, cirurgia do trauma, enfermeiros e a CCIH. Resultados: O protocolo foca na capacitação de pacientes e familiares através de ensino simulado com manequins. Ele detalha a escolha do calibre do cateter, técnica masculina e feminina, uso de dispositivos externos e preenchimento do diário miccional. Para padronizar a alta, foram criados quatro documentos: solicitação de materiais para a rede básica, diário miccional, folder educativo e encaminhamento ambulatorial. Além disso, garantiu-se um "kit de alta" com insumos para os primeiros dias e o agendamento de retorno na especialidade de Urologia. Conclusão: A estruturação deste protocolo assegura que as orientações de cuidados domiciliares sejam transmitidas de forma uniforme e segura. A padronização do fluxo reduz riscos de complicações pós-alta e fortalece a autonomia do paciente no manejo da disfunção miccional.

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Referências

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Copyright (c) 2022 Vanessa Abreu da Silva, Ivan Rogerio Antunes, Renata Fagnani