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Desafios da criação e implementação de um sistema para CME: um relato de experiência
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Palavras-chave

Enfermagem
Esterilização
Informática
Sistemas
Gestão

Como Citar

MARCONATO, Rafael Silva; MOREIRA, Bruno Henrique; BORDIGNON, Mavis Lavinia; INÁCIO, Jefferson de Almeida; ALVES, Ana Paula Canil Inocencio; SILVA, Alexandre Oliveira da; SOUZA, Daniela Nunes de; WATANABE, Lionis; ALMEIDA, Nelisa Abe da Cruz. Desafios da criação e implementação de um sistema para CME: um relato de experiência. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 8, n. 8.Eixo 1, p. e0220894, 2023. DOI: 10.20396/simtec.vi8.Eixo 1.7607. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/7607. Acesso em: 9 maio. 2026.

Resumo

Introdução/Objetivo: O CME do HC é responsável pelo processamento mensal de 30 mil itens e pelo gerenciamento de 800 caixas cirúrgicas. A rastreabilidade total — do processamento ao uso no paciente — é indispensável, especialmente em uma rotina de mil cirurgias mensais. Com a substituição do antigo sistema CICSHC pelo AGHUse (que não possui módulo específico para CME), o objetivo deste trabalho é descrever os desafios da criação e implantação de uma solução informatizada própria. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência ocorrido entre janeiro e junho de 2022. O processo envolveu o alinhamento de necessidades entre CME, Centro Cirúrgico (CC) e Informática, seguido pela criação do modelo operacional, testes, adequação da infraestrutura física, migração de dados e treinamento de 90 funcionários. Resultados: A implantação ocorreu em três fases: impressão de etiquetas e listagens, integração com o AGHUse para cruzamento de materiais por cirurgia e, por fim, controle de produção. A informática desenvolveu o sistema internamente, enquanto o CME validou a migração dos dados e estruturou o parque tecnológico (impressoras e rede). Atualmente, o sistema conta com ferramentas de gestão visual e busca que otimizam a rotina e garantem a segurança assistencial. Conclusão: A cooperação entre as equipes de enfermagem e informática foi o diferencial para o sucesso do projeto em um curto espaço de tempo. O sistema foi implementado sem prejuízos à assistência, utilizando capital humano próprio, e apresenta potencial para expansão a outros setores com demandas similares de rastreabilidade.

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Referências

BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC n. 15, de 15 de março de 2012. Dispõe sobre requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde e dá outras providências. Disponível em: https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/legislacao/item/rdc-15-de-15-de-marco-de-2012. Acesso em: 01 mai 2022.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMEIROS DE CENTRO CIRÚRGICO, RECUPERAÇÃO ANESTÉSICA E CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO. Práticas recomendadas SOBECC. São Paulo: Manole, 2013. 6 ed PADOVEZE, M.C.; GRAZIANO, K.U. Limpeza, desinfecção e esterilização de artigos em serviços de saúde. São Paulo: APECIH, 2021.

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Copyright (c) 2022 Rafael Silva Marconato, Bruno Henrique Moreira, Mavis Lavinia Bordignon, Jefferson de Almeida Inácio, Ana Paula Canil Inocencio Alves, Alexandre Oliveira da Silva, Daniela Nunes de Souza, Lionis Watanabe, Nelisa Abe da Cruz Almeida