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Avaliação da taxa de adequação de escala em relação ao número de atendimentos com verticalização de pacientes e a complexidade em unidade de terapia intensiva (UTI) pediátrica
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Palavras-chave

Gestão
Qualidade
Indicadores
Dimensionamento pessoal

Como Citar

GIANTOMASSI, Maria Carolina Merli; MARQUES, Simone Fernandes Davi; COHEN, Milena Antonelli; GASTALDI, Erica Ferreira Santos; VIAN, Bruna Scharlack; RATTI, Lígia dos Santos Roceto; FIGUEIREDO, Luciana Castilho de. Avaliação da taxa de adequação de escala em relação ao número de atendimentos com verticalização de pacientes e a complexidade em unidade de terapia intensiva (UTI) pediátrica. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 8, n. 8.Eixo 1, p. e0220015, 2023. DOI: 10.20396/simtec.vi8.Eixo 1.7793. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/7793. Acesso em: 10 maio. 2026.

Resumo

Introdução/Objetivo: A RDC 07/2010 recomenda a proporção de um fisioterapeuta para cada 10 leitos em UTIs, o que pode impactar as escolhas terapêuticas. Este estudo avaliou a relação entre a taxa de adequação (TA) dessa escala com a taxa de atendimentos com verticalização (TV) e o uso de suportes respiratórios (VMI, VNI e TAF) em uma UTI pediátrica de alta complexidade no Hospital de Clínicas da Unicamp. Metodologia: Realizou-se um estudo retrospectivo de análise de banco de dados do Serviço de Fisioterapia (SFTO/HC/UNICAMP) entre janeiro e junho de 2022. Foram analisados os indicadores de TA, TV e a taxa de pacientes em uso de dispositivos (TD). Resultados: Foram analisados 5.089 atendimentos. Em janeiro, a TA foi de 44% e a TV de 2,9%. Nos meses seguintes, as taxas variaram de 54% vs. 2,25% até 77% vs. 3,9%. A TD média foi de 64,6%. Observou-se que a relação de 1:10 leitos limita o tempo médio de terapia a 30 minutos por leito, o que é determinante no planejamento terapêutico. Tal cenário contrasta com a recomendação da ASSOBRAFIR, que sugere 1:6 leitos para assegurar a assistência adequada em casos de alta complexidade. Conclusão: Os dados indicam que a adequação da escala não teve relação direta com a taxa de verticalização em pacientes pediátricos. A alta taxa de uso de dispositivos (VMI/VNI/TAF) refletiu a situação epidemiológica do período, sugerindo que a complexidade respiratória dos casos priorizou condutas específicas em detrimento da mobilização motora, condicionada pelo tempo limitado de assistência por leito.

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Referências

ROTTA, Bruna Peruzzo; SILVA, Janete Maria da; FU, Carolina; GOULARDINS, Juliana Barbosa; PIRES-NETO, Ruy de Camargo; TANAKA, Clarice. Relação entre a disponibilidade de serviços de fisioterapia e custos de UTI. J Brasi Pneumol, 44(3): 184-189, 2018.

ASSOBRAFIR. Posicionamento da ASSOBRAFIR em relação à permanência obrigatória do fisioterapeuta 24 horas/dia na UTI. Disponível em :https://assobrafir.com.br/posicionamentoassobrafir/ Acesso em 26 de fevereiro de 2017.

ANVISA. RESOLUÇÃO Nº 7. Dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva e dá outras providências. Disponível em https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2010/res0007_24_02_2010.html. Acesso em 24 de fevereiro de 2010.

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Copyright (c) 2022 Maria Carolina Merli Giantomassi, Simone Fernandes Davi Marques, Milena Antonelli Cohen, Erica Ferreira Santos Gastaldi, Bruna Scharlack Vian, Lígia dos Santos Roceto Ratti, Luciana Castilho de Figueiredo