Resumo
Espaços de convivência e compartilhamento no ambiente de trabalho são oásis no deserto do individualismo que insiste em dominar as práticas e atitudes dos profissionais na atualidade. Individualismo que afeta a saúde; portanto estes espaços tem efeito terapêutico. O presente retrata a trajetória de implantação do serviço de copa para a DGRH, após um período de anos com atendimento que se caracterizava apenas pelo fornecimento de alguns insumos próprios, espaço físico sofrível para a socialização e necessidades da DGRH. O pensar, preocupar e ouvir a todos, sobre a importância de um espaço em copa central, que atendesse o momento atual das pessoas, foi mola propulsora para que a área, atualmente ligada do Apoio Administrativo, fosse foco de reestruturação de suas rotinas, reforma do espaço físico e adequação de necessidades. Dentre as dificuldades levantadas, através da observação, escuta e aplicação de questionário, foi identificada que havia necessidade de incentivar e facilitar as pessoas a ingerirem mais água; que a reciclagem de resíduos era ineficaz; que o consumo de descartáveis era demasiado; que o fornecimento de insumos para reuniões poderia ser mais saudável, criativo e variado; que o espaço físico dificultava a convivência e não assegurava um fluxo de trabalho seguro para as copeiras e usuários; e que fluxograma de atividades deveriam ser descritos e socializados, como forma de padronizar eventos tais como: duração e periodicidade das reuniões, descrição e planejamento de atividades das copeiras, no intuito de melhor qualificar e sensibilizar usuários, a se orgulharem do “SERVIÇO DE COPA DA DGRH”.
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Copyright (c) 2016 Valeria Fernandes Ferreira Bonfim, Washington Roberto Silva