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A atuação do profissional da tecnologia da informação na gestão de documentos de arquivos e centros de documentação
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Palavras-chave

Gestão documental. Preservação digital. Formação profissional

Como Citar

INNARELLI, Humberto Celeste. A atuação do profissional da tecnologia da informação na gestão de documentos de arquivos e centros de documentação. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 3, p. 49–50, 2016. DOI: 10.20396/simtec.vi3.8322. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/8322. Acesso em: 26 jan. 2026.

Resumo

As instituições arquivísticas e centros de documentação estão passando por um processo de incorporação das novas tecnologias da informação e comunicação em seu ambiente, o que parecia ser um apoio ao gerenciamento da documentação passou a ser objeto do arquivo, pois os documentos digitais atualmente fazem parte de sua realidade. Neste caso, os sistemas informatizados e as informações geradas passam a ser consideradas meio e fim, visto que, a tecnologia apoia a gestão documental e no caso dos documentos digitais compõe o próprio documento. Originalmente, por desconhecimento e/ou negligência, foi atribuído aos profissionais da tecnologia da informação e comunicação a responsabilidade de gerar, gerenciar e preservar este novo tipo de documento, pois os profissionais da arquivística e áreas afins desconheciam, não só o potencial das tecnologias da informação e comunicação, mas a existência do próprio documento digital. Neste meio tempo, os documentos digitais ficaram sob responsabilidade de profissionais que não tem formação para entender a teoria e a prática em relação às informações e aos documentos gerados e gerenciados pelos sistemas de informação que desenvolveram. O fato da gestão documental ficar a cargo dos profissionais da tecnologia pode ter sido um dos maiores equívocos relacionados a documentação digital, pois muitos documentos foram alterados e perdidos nos processos de migração de sistemas e formatos, além daqueles perdidos em consequência da obsolescência tecnológica e falta de confiabilidade da mídia digital. Diante desta realidade, cabe as instituições o estabelecimento de políticas de preservação digital, tendo em vista a preservação de seu patrimônio digital.
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Copyright (c) 2016 Humberto Celeste Innarelli