Banner Portal
A acolhida qualificada aos pacientes/acompanhantes e motoristas: contribuição efetiva no processo do cuidado
PDF

Palavras-chave

Acolhimento. Cidadania. Convivência

Categorias

Como Citar

BUENO, Lucélia; FRAGA, Maria Rita. A acolhida qualificada aos pacientes/acompanhantes e motoristas: contribuição efetiva no processo do cuidado. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 3, p. 25–26, 2016. DOI: 10.20396/simtec.vi3.8324. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/8324. Acesso em: 26 jan. 2026.

Resumo

O Serviço Social historicamente coordena a logística de vinda e retorno de pacientes/famílias para tratamento de saúde (convocação, alta, retornos), atuando como elo entre os usuários e os serviços públicos e privados de saúde de retaguarda. Essa função de referência para a rede municipal e estadual é crucial no acompanhamento dos casos. Em 2004, a criação da Central de Recepção para Motoristas e Pacientes otimizou essa atividade. O espaço melhorou as condições de trabalho dos motoristas e tornou a espera dos usuários menos angustiante. A Central simplificou o controle de transporte (ambulâncias, vans, ônibus), permitindo que pacientes deixassem recados sobre locais de espera, atrasos ou caronas. Na alta hospitalar, a Central agiliza o processo ao contatar as enfermarias e informar motoristas sobre a chegada e localização exata dos pacientes, verificando também a disponibilidade de transporte para as cidades de origem. O Serviço de Transportes é parte essencial da linha de cuidado, garantindo a locomoção, o respeito e a continuidade do tratamento. Essa iniciativa alinhada à Política Nacional de Humanização (PNH) assegurou acolhimento, informações e adesão, transformando-se em um trabalho sistemático que resgata a cidadania por meio de uma atenção mais qualificada e humana.

PDF
Creative Commons License
Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Copyright (c) 2016 L. Bueno, Maria Rita Fraga