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Formação no serviço social e a atenção à infância em hospital de ensino: defesa da vida e intersetorialidade
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Palavras-chave

Formação. Serviço social. Infância. Hospital de ensino

Como Citar

JOAZEIRO, Edna Maria Goulart; BAPTISTA, Aline Cristina Rodrigues Pedro; LIMA, Jéssica Anali de; BORGES, Loudes Del Giudice; SILVA, Naidijane Maria da; GOTTI, Suellen Fernanda Barros. Formação no serviço social e a atenção à infância em hospital de ensino: defesa da vida e intersetorialidade. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 5, p. 103–103, 2016. DOI: 10.20396/simtec.vi5.9395. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/9395. Acesso em: 23 jan. 2026.

Resumo

O Hospital de Clínicas da UNICAMP é um centro de referência na atenção à saúde de alta complexidade para cerca de cinco milhões de habitantes do Estado de São Paulo. A teia de relações multiprofissionais que é tecida no cotidiano do trabalho em saúde torna este espaço propício para a formação das diversas profissões desse campo. Enfatiza-se no presente estudo, a análise das categorias presentes nesse meio novo (CANGUILHEM), especificamente, na atenção aos agravos à saúde da criança no Ambulatório e na Enfermaria de Pediatria do HC, espaço marcado pela diversidade do perfil epidemiológico da região. Analisou-se o território de procedência da população atendida pelo Serviço Social, no período de 01/04/2014 à 31/07/2014, totalizando 687 atendimentos, sendo 660 provenientes do Estado de São Paulo e 27 oriundos de 9 Estados da Federação, distribuídos em 21 municípios. Cumpre assinalar o predomínio do atendimento às três regionais do Estado de São Paulo, a de Campinas (DRS VII), a de Piracicaba (DRS X) e a de São João da Boa Vista (DRS XIV). Essa distribuição socioterritorial associada à demanda da população atendida revela de modo inelutável o desafio de aprender a intervir de modo pertinente, ético e resolutivo diante da presença de múltiplas formas de terapêuticas, materializadas em face e em tensão com vulnerabilidades, violações de direito, riscos pessoais e sociais associados ou não, a privações e escassez de recursos. Intervir nessa realidade pressupõe o imperativo ético de trabalhar, ativamente, para consolidar a intersetorialidade das e nas políticas sociais.
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Copyright (c) 2016 Edna Maria Goulart Joazeiro