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Precaução de contato por bacterias multirresistentes no CAISM/UNICAMP
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Palavras-chave

Precaução. CCIH. Bactérias multirresistentes

Como Citar

ROMÊO, Elenice Brito de Lara; ANDRADE, Josemar Rodrigues de; SILVA, Luís Augusto Michelim da; CARAM, Maria Helena Ganselli; MARTINS, Marilda Mandelli; CÚRCIO, Reinaldo; ANDREATTO, Ricardo; MARTINS, Rosângela Gonçalves; GÔNGORA, Venicius Victor. Precaução de contato por bacterias multirresistentes no CAISM/UNICAMP. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 5, p. 84–84, 2016. DOI: 10.20396/simtec.vi5.9414. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/9414. Acesso em: 24 jan. 2026.

Resumo

O objetivo da aplicação é informar aos profissionais de saúde do CAISM da UNICAMP, os pacientes que tem precaução de contato e que são portadores de bactérias multirresistentes, registrando o tipo de precaução, material e agente. Informações estas que são disponibilizadas em todos os locais de atendimento ao paciente, possibilitando um controle tecnológico que possa evitar o erro humano, reduzindo desta forma a transmissão intra- hospitalar de bactérias multirresistentes. As informações de pacientes com precaução de contato são registradas no sistema pela CCIH-Centro de Controle de Infecção Hospitalar, ao receber o resultado de exame de cultura que comprove o padrão de resistência bacteriana. Essas informações de tipo de precaução, material, agente e fase são disponibilizadas, em forma de alerta nos sistemas de Recepção do Paciente, Controle de Prontuários, Pronto Atendimento, Ambulatórios, Agendamento, Internação, Centro Cirúrgico e Prescrição, auxiliando o profissional de saúde na assistência ao paciente. Com a implantação dessa solução houve uma eficiência na divulgação, segurança e assistência aos pacientes colonizados por bactérias multirresistentes, evitando a transmissão cruzada para outros pacientes ou para os próprios profissionais, visto que anteriormente, esse processo não era prático e não atendia às necessidades, pois a CCIH (Centro de Controle de Investigação Hospitalar) mantinha listas manuais com o nome dos pacientes colonizados o que dificultava a identificação dos mesmos.
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Copyright (c) 2016 Elenice Brito de Lara Romêo