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Humanização no cuidado ao paciente pediátrico: idealização e construção de cureta magnética para remoção de corpo estranho metálico em ouvido e nariz
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Palavras-chave

Humanização. Assistência. Enfermagem. Otorrinolaringolo- gia. Pediatria. Tecnologia

Como Citar

SILVA, Francisco Roberto da; CAVINATTO, Sonia Maria; BARIZON, Suzy Mary. Humanização no cuidado ao paciente pediátrico: idealização e construção de cureta magnética para remoção de corpo estranho metálico em ouvido e nariz. Resumo dos trabalhos do SIMTEC Simpósio dos Profissionais da UNICAMP, Campinas, SP, v. 5, p. 152–152, 2016. DOI: 10.20396/simtec.vi5.9945. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/simtec/article/view/9945. Acesso em: 23 jan. 2026.

Resumo

A procura para retirada de corpos estranhos de ouvido, nariz  e faringe representa uma grande parcela das consultas efetuadas nos serviços de emergência em  Otorrinolaringologia. Observa-se que a permanência do corpo estranho por período prolongado pode levar a complicações mais graves: perfuração septal, deformidade nasal e formação de sinéquias, especialmente após a introdução de baterias alcalinas; e a laceração do conduto auditivo externo e a perfuração timpânica. Durante a remoção do corpo estranho, a criança se assusta e busca fugir do que ela considera uma ameaça. É então necessária a contenção firme do paciente, resultando em período prolongado do procedimento que pode ultrapassar 45 minutos. A agitação da criança pode acarretar complicações, como sangramento no local. Esta situação estressante também atinge os familiares e os próprios profissionais. Minimizar este estresse foi o motivo para a idealização e construção de uma cureta magnética pelo técnico de enfermagem deste ambulatório. No período de fevereiro a maio de 2014 foram atendidas 18 crianças que apresentaram corpo estranho em nariz e ouvidos. Destes, 5 eram objetos metálicos sendo 4 tarrachinhas de brinco e 1 bateria de lítio. A facilidade da remoção de metal com a cureta magnética suprimiu a necessidade da contenção da criança e o tempo do procedimento foi reduzido para, no máximo, 10 minutos. Nenhuma complicação foi relatada durante e após a retirada.

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Copyright (c) 2016 Francisco Roberto da Silva, Sonia Maria Cavinatto, Suzy Mary Barizon