Resumo
Em 1958, escrevi o seguinte:
“Não existem distinções concretas entre o que é real e o que é
irreal, nem entre o que é verdadeiro e o que é falso. Uma coisa
não é necessariamente ou verdadeira ou falsa; pode ser verdadeira e falsa a um só tempo”.
Acredito que essa alegação continue a fazer sentido e continue a se aplicar à exploração da realidade por intermédio da arte.
Referências
PINTER, Harold. Arte, verdade e política. Crítica Marxista, São Paulo, Ed. Revan, v.1, n.22, 2006, p.161-173.

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Copyright (c) 2006 Harold Pinter
Downloads
Download data is not yet available.