Resumo
Segundo a maior parte da media não existe alternativa ao capitalismo, ao globalismo no qual tudo se subordina ao consumo, ao virtual, ao capital financeiro, ao discurso único e unidimensional. Apesar disso, aqui e ali surgem vozes dissonantes, a nos lembrar que sem utopia, sem luta e dor, não é possível encontrar o que Marx chamou de gênero humano. É nesta linha de posicionamento que Saint-Pierre retoma um tema antigo, mas negligenciado por intelectuais e políticos quando deveria ser parte de qualquer debate sério sobre o futuro da revolução: a guerra revolucionária.
Referências
MATHIAS, Suzeley Kalil. A guerra revolucionária acabou? Resenha de: SANIT-PIERRE, João Héctor Luis. A política armada. Fundamentos da guerra revolucionária. Crítica Marxista, São Paulo, Boitempo, v.1, n. 13, 2001, p. 171-174.

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