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Georg Lukács e Georges Sorel
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Palavras-chave

Lukács
Sorel
Filosofia Política

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Como Citar

LÖWY, Michael. Georg Lukács e Georges Sorel. Crítica Marxista, Campinas, SP, v. 4, n. 4, p. 113–122, 1997. DOI: 10.53000/cma.v4i4.19876. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/cma/article/view/19876. Acesso em: 25 jan. 2026.

Resumo

Nos seus escritos dos anos trinta e quarenta, Lukács se refere várias vezes a Georges Sorel como um "romântico anticapitalista"; isto é, um crítico da sociedade burguesa inspirado por valores sociais ou culturais do passado. Essa definição é muito pertinente; mas é preciso acrescentar imediatamente que ela pode ser aplicada igualmente ao jovem Lukács dos anos 1908-1924. Na realidade, o romantismo anticapitalista é a chave que orienta as relações entre Lukács e o pensamento de Sorel. Ele é, aliás, a motivação principal da atração apaixonada por Sorel entre tantos pensadores que - como Benjamin, Korsch, Gramsci e Mariategui - procuraram reinterpretar o marxismo numa perspectiva romântico-revolucionária em ruptura com a doutrina evolucionista, positivista e materialista vulgar da II e da m Internacionais.

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Referências

LÖWY, Michael. Georg Lukács e Georges Sorel. Crítica Marxista, São Paulo, Xamã, v.1, n.4, 1997, p.113-122.

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Copyright (c) 1997 Michael Löwy

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