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Entrevista: Rosemeire Desidério fala sobre a profissão de intérprete de LIBRAS
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Intérprete de LIBRAS - Entrevista
Surdos
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DESIDÉRIO, Rosemeire Aparecida Antunes; PAULA, Maria Alice da Cruz. Entrevista: Rosemeire Desidério fala sobre a profissão de intérprete de LIBRAS. Revista Saberes Universitários, Campinas, SP, v. 2, n. 2, p. 170–174, 2017. DOI: 10.20396/saberes.v2i2.9108. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/saberes/article/view/9108. Acesso em: 30 may. 2026.

Abstract

O reconhecimento da profissão de intérprete de LIBRAS em 2010 mobilizou muitas universidades brasileiras na busca por profissionais aptos a intermediar a comunicação entre docentes e alunos surdos em sala de aula. Porém, a contratação, bem como a formação destes profissionais, requer cuidados e critérios que, se respeitados, serão a voz do surdo na transmissão do conteúdo das aulas, mas, uma vez não respeitados, podem causar prejuízos ao aprendizado ou à formação de professores e outros profissionais. Para Rosemeire Desidério, instrutora de LIBRAS do Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação Gabriel Porto (CEPRE), o reconhecimento do tradutor/intérprete é uma das maiores conquistas na luta pela inclusão escolar e acadêmica, mas com a exigência, muitas escolas contratam profissionais formados em cursos com carga horária insuficiente para atender às necessidades do aluno surdo. “A escola e a universidade precisam de tradutores/intérpretes competentes. Além de transmitir os conhecimentos passados pelo professor, eles também são a voz ativa do sujeito surdo. Há casos de famílias que entram com recursos contra a escola, por não contratar tradutores/intérpretes aos seus filhos surdos, inclusive”, observa Rosemeire.

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Copyright (c) 2017 Revista Saberes Universitários

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