Abstract
O presente artigo, extraído com pequenas modificações de minha dissertação de mestrado (SÔLHA, 1998), busca tratar das “visões” e “olhares” que fotógrafos constróem sobre ocorrências públicas, nos primórdios da incorporação da fotografia pela imprensa, antes do jornalismo (particularmente o visual) se transformar em apenas mais um dos media em que estamos imersos. O caso particular, mas fortemente representativo, aqui abordado será o do fotógrafo novecentista Alexander Gardner e o constante embate de seu olhar com as visões oficiais.

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