Abstract
Em 2 de outubro de 1992, no Pavilhão 9 da Casa de Detenção do Complexo Penitenciário do Carandiru, São Paulo, SP, uma briga entre dois presos - por causa de um varal de roupas - gerou uma revolta que atraiu a Polícia Militar ao presídio. O resultado dessa intervenção foi o massacre de 111 detentos, que deixou ainda um saldo de 153 feridos, sendo 130 detentos e 23 policiais. As imagens dos corpos nus, estendidos nos caixões de zinco, com um número pintado - a modo de identificação - sobre a pele, persistem na memória de quem as viu estampadas sob as manchetes dos jornais

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Copyright (c) 2019 Studium