Abstract
Para as sociedades contemporâneas, "envelhecer" representará, ainda, um complexo desafio... "pensar" a velhice, também. O envelhecimento se vive hoje sob o signo de um paradoxo. De um lado, pretende-se ampliar as fronteiras da longevidade, sem claramente saber o que se fará dela; de outro, a sociedade impõe aos seres humanos ritmos biológicos e tecnológicos cada vez mais alucinantes, de tal modo que eles não se dão mais conta do fluxo temporal que, inexoravelmente, no entanto, os leva.

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