Abstract
A partir de uma fotografia de autorretrato realizada por um travesti, foram elencadas algumas indagações sobre o que esta imagem pode provocar e aquilo que ela nos proporciona ver ao tempo que nos escapa. Questionar seu lugar de fronteira dentro da sociedade e as conseqüências deste enfrentamento possibilitou inscrever, através de um olhar exógeno de uma fotografia endógena, uma discussão sobre as peles e camadas que habitamos frequentemente na sociedade.

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