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Arquitectura y habitus en el paisaje museo de arte contemporáneo (MPAC)
Capa: Marta Strambi, “Dias estranhos vistos de perto”, 2022 (detalhe).
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Palabras clave

Público
Habitus
Museo paisaje del arte contemporáneo (MPAC)
Arte contemporaneo

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Cómo citar

COSTA, Robson Xavier da. Arquitectura y habitus en el paisaje museo de arte contemporáneo (MPAC). Revista Visuais, Campinas, SP, v. 8, n. 2, p. 48–62, 2022. DOI: 10.20396/visuais.v8i2.17422. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/visuais/article/view/17422. Acesso em: 29 jan. 2026.

Resumen

El estudio de las relaciones entre el público, la arquitectura y la expografía de los museos y paisajes de arte contemporáneo (MPACs) son fundamentales para los proyectos de curaduría y diseño expositivo en estos espacios. El objetivo de este ensayo teórico es problematizar la relación entre la arquitectura del arte y la interacción con el público en los MPAC. Partimos de los conceptos de Habitus (Bourdieu, [1966]2007), caja arquitectónica (Cruz Pinto, 2007) y museo activo (Montaner, 1995), utilizando una investigación cualitativa con revisión bibliográfica. Concluimos que el diálogo entre la arquitectura del arte, el parque/jardín, las exposiciones de arte y el público en los MPAC tiene que estar permanentemente presente, desde la concepción inicial del museo, hasta los cambios cotidianos durante el montaje y desmontaje de las exposiciones temporales.

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