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Colonizada, mas não silenciada: a permanência da cultura asteca na configuração artística e arquitetônica do Zócalo, na Cidade do México
Capa preta com título "Os silêncios na História da Arte", data e número da edição. Na parte inferior, a pintura de quatro pessoas brancas com vestimentas de época sentadas em volta de uma mesa.
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Keywords

Tenochtitlan
Arquitetura
Zócalo
Cidade do México
Cultura asteca

How to Cite

SALVAT, Ana Paula dos Santos. Colonizada, mas não silenciada: a permanência da cultura asteca na configuração artística e arquitetônica do Zócalo, na Cidade do México. Encontro de História da Arte, Campinas, SP, n. 12, p. 64–70, 2017. DOI: 10.20396/eha.12.2017.4477. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/eventos/index.php/eha/article/view/4477. Acesso em: 12 feb. 2026.

Abstract

El Zócalo é o nome pelo qual é popularmente conhecida a principal praça da Cidade do México, cuja denominação oficial, desde 1812, é Praça da Constituição, devido à proclamação da Constituição Política da Monarquia Espanhola ou Constituição de Cádiz, promulgada naquele ano. No Período Colonial, a praça teve outros nomes, tais como, Plaza de las Armas, Plaza Mayor, Plaza del Palacio. Ela começou a ser chamada de "Zócalo" em 1843, quando uma base (zócalo, em espanhol) foi construída no centro da praça para receber o monumento à Independência mexicana, o qual nunca foi instalado ali. Com uma área de aproximadamente 39.600 m2, o Zócalo está, atualmente, entre as quatro maiores praças do mundo, mas suas origens remontam ao período pré-hispânico.

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