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Stalin: história crítica de uma lenda negra
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Palavras-chave

Stalin
Trotsky
União soviética

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Como Citar

MORAES, Francisco Quartim de. Stalin: história crítica de uma lenda negra. Crítica Marxista, Campinas, SP, v. 18, n. 32, p. 179–182, 2011. DOI: 10.53000/cma.v18i32.19391. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/cma/article/view/19391. Acesso em: 24 jan. 2026.

Resumo

Durante os processos de Nurembergue, foi negado aos réus dos crimes nazistas (e também nos processos de Tóquio contra réus japoneses) o recurso ao princípio dito do tu quoque, ou seja, argumentar que os crimes de que estavam sendo acusados eram extremamente semelhantes àqueles cometidos por seus acusadores. Ao mesmo princípio remete a expressão leyenda negra, que inspira o subtítulo desse imprescindível estudo de Losurdo: ela foi forjada por intelectuais espanhóis para rebater as hipócritas acusações da Inglaterra liberal, que acusava a Espanha de cometer as piores atrocidades em suas colônias, “esquecendo” que ela própria cometia enormes crimes em seu império colonial. Um crime não pode ser desculpado por outro, mas a função das lendas negras é fazer crer que os criminosos são sempre os outros.

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Referências

MORAES, Francisco Quartim de. Stalin: história crítica de uma lenda negra. Crítica Marxista, Campinas, SP, v. 18, n. 32, p. 179–182, 2011. https://doi.org/10.53000/cma.v18i32.19391

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Copyright (c) 2011 Francisco Quartim de Moraes

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