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O cinema como força de ativação: Cabra marcado pra morrer e o legado de nossa tragédia
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Palavras-chave

Luta camponesa
Ditadura militar
Modernização conservadora
Cultura e sociedade

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Como Citar

BÔAS, Rafael Litvin Villas. O cinema como força de ativação: Cabra marcado pra morrer e o legado de nossa tragédia. Crítica Marxista, Campinas, SP, v. 16, n. 28, p. 153–162, 2009. DOI: 10.53000/cma.v16i28.19429. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/cma/article/view/19429. Acesso em: 24 jan. 2026.

Resumo

O filme Cabra marcado pra morrer é analisado por meio da mediação dialética entre processo social e forma estética. Enquanto a versão ficcional (1964) foi uma resposta política ao assassinato de João Pedro Teixeira, a opção pela finalização no formato de
documentário (1984) evidenciou as conseqüências brutais de interrupção da experiência de classe que se articulava. Por meio da estruturação da narrativa de uma diáspora, o documentário descortina progressivamente o percurso regressivo de nosso último ciclo de modernização conservadora e explicita os obstáculos à capacidade de organização da classe trabalhadora. Ao engatar dois tempos históricos, o filme articula um processo de acumulação de experiência, que tem como chave dois desfechos: a autoconsciência da recuperação do protagonismo da luta camponesa e o final de uma geração de combatentes.

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Referências

BÔAS, Rafael Litvin Villas. O cinema como força de ativação: Cabra marcado pra morrer e o legado de nossa tragédia. Crítica Marxista, Campinas, SP, v. 16, n. 28, p. 153–162, 2009. https://doi.org/10.53000/cma.v16i28.19429

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Copyright (c) 2009 Rafael Litvin Villas Bôas

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