Resumo
A “multidão”, que Negri saúda como o “universal concreto”, ocupa o lugar que há pouco cabia, no discurso enfático, ao “proletariado”: ela designa, na época das multinacionais, entendida como aquela do triunfo da produção imaterial e do “intelecto geral”, um mundo de produtores, produtos e atores de uma revolução em curso. Este discurso se apresenta, em termos de vida e imanência, como uma reelaboração do discurso de Marx.
Referências
BIDET, Jacques. A multidão perdida no império. Crítica Marxista, São Paulo, Ed. Revan, v.1, n.19, 2004, p.96-103.

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Copyright (c) 2004 Jacques Bidet
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