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Cotas e o renascimento do racismo
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Palavras-chave

Lutas sociais
Cotas
Racismo

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Como Citar

LESSA, Sérgio. Cotas e o renascimento do racismo. Crítica Marxista, Campinas, SP, v. 14, n. 24, p. 102–105, 2007. DOI: 10.53000/cma.v14i24.19597. Disponível em: https://econtents.sbu.unicamp.br/inpec/index.php/cma/article/view/19597. Acesso em: 24 jan. 2026.

Resumo

As cotas surgem no contexto dos governos Reagan e Thatcher. O desmonte do Estado de Bem-Estar e sua substituição pelo neoliberalismo teve, como uma de suas contrapartidas ideológicas, a política de cotas que “compensasse” as desigualdades. O argumento neoliberal “mais ilustrado” a favor das cotas terminou se convertendo no nódulo central das muitas variações do corporativismo étnico típico do pósmodernismo: a relação entre as classes sociais não conteria em seu interior as desigualdades raciais, de tal modo que a superação da propriedade privada, da exploração do homem pelo homem não implicaria a superação histórica do racismo.

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Referências

LESSA, Sérgio. Cotas e o renascimento do racismo. Crítica Marxista, Campinas, SP, v. 14, n. 24, p. 102–105, 2007. https://doi.org/10.53000/cma.v14i24.19597

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Copyright (c) 2007 Sérgio Lessa

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